terça-feira, 12 de janeiro de 2010

CreatiBlog


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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Ano novo novas promessas e é sempre a mesma coisa eu não fiz promessa alguama vou viver cada dia de uma vez e esperar a supresas dos dias ....

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Como sempre, a Maison Chanel surpreendeu mais uma vez. Realizado na última terça-feira, dia 6 de outubro, no tradicional Grand Palais de Paris, o desfile da marca ofereceu uma bela surpresa a todos os presentes.

Ao entrar, uma fazenda. Foi assim que o mestre Karl Lagerfeld apresentou a nova coleção. Uma decoração rústica, inspirada na granja de Maria Antonieta, rainha da França, que existe no Palácio de Versalhes.

Na plateia, celebridades como Prince, Claudia Schiffer, Anna Mouglalis, Virginie Ledoyen, Sean Lennon, Irina Lazareanu e Natalia Vodianova sentaram em bancos de troncos rústicos forrados com juta. A decoração utilizou 150 metros de guirlandas de flores silvestres, além de duas toneladas de argila, pilhas de feno, grama, restos de verde e palha, tudo para conferir o cenário campestre.

O início do desfile foi anunciado pelo canto de um galo. O silêncio tomou conta da sala. Como será a próxima coleção de verão proposta pelo kaiser? A grande estrela não deixou a desejar. Com leves toques coloridos, os lançamentos valorizaram, sobretudo, o artesanal.

Com muita feminilidade, o verão 2010 de Chanel faz um retorno à simplicidade. Vestidos fluídos com estampas campestres, peças feitas em crochê, casacos longos ou paletós curtos fizeram contraponto com pesados tamancos “sabot” de solados de madeira.

Ainda assim, a coleção conseguiu ser sexy. Bolsas e acessórios, como as sandálias no estilo campestre, eram decorados com flores, dando um toque poético aos looks. Calças largas de cortes acima do tornozelo e delicados cardigãs de tons pálidos, inspirados nas roupas que Mademoiselle Chanel usava em sua casa de campo “La Pausa”, fizeram referência ao conforto.

A grande dama já dizia: “O luxo deve ser confortável, do contrário não é luxo”. As tradicionais bolsas em matelassê deram lugar a cestas decoradas com flores e o monograma da marca. No final, a noiva de pés nus, com um buquê de flores secas, encerrou o desfile com simplicidade e descontração.

Como sempre, a marca deverá ser parâmetro para muitas outras ao redor do mundo. Por isso, nas próximas temporadas, é bem provável que coleções troquem os paetês pela simplicidade do artesanal, com peças em crochê, tricô, florais, rendas e fuxicos.

Mesmo fazendo referência ao campo, Karl Lagerfeld explica que não é uma coleção com apelo unicamente ecológico: “Não se trata de uma comunidade hippie anos 1960”. E continua: “A ecologia é uma coisa da qual sou totalmente a favor, mas é preciso dar um toque de moda, um pouco de sofisticação”.

Fonte:Núcleo de Pesquisa e Comunicação/UseFashion
Colaboração: Stella Pelissari/Paris

Lançado em Milão novo tecido à base de soja

Da Ansa, em Milão
Após a míriade de produtos alimentares a base de soja, como leite, queijo e macarrão, e o biodiesel obtido da mesma planta, agora também chegam os vestidos à Itália: um fio que tem a consistência e qualidade similar ao algodão e que, segundo representantes do setor, mostra um mercado em crescimento.

Obtida da semente, a fibra de soja é macia, delicada e mais resistente que a seda e o algodão.

Além disso, absorve a cor com um rendimento excelente e um trabalho simples: por isso a empresa Reda di Biella decidiu lançar no mercado, após um ano de trabalho, uma coleção de tecidos com um misto de lã e soja.

A novidade foi apresentada no salão de tecidos Milano Unica, que ocorre na Feira Milano City.

"Nos certificamos de que a soja seja de produção natural, porque nossa empresa sempre esteve muito atenta ao meio ambiente", explica Alessandro Goggi, da Reda.

"Nós compramos o fio já pronto e é um mercado que está se desenvolvendo."

"Estudamos esse novo tecido para antecipar as exigências de clientes cada vez mais atentos às inovações", diz Ercole Botto Poala, administrador da empresa. O preço, explica a empresa, é compatível com os demais produtos.

Entre outras características, a soja mostrou-se mais transpirável do que o algodão, por isso o tecido será usado também no verão.(ANSA)
Fonte;
Da Ansa, em Milão

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

DESFILE VIVIRE BARRA FASHION BRASIL 2010

Meninas ontem fui ao barra Fashion Brasil 2010 e asistir o desfile da VIVIRE moda prais achei 10+ vou colocar aqui algumas fotos para vcs bjosssssssssssssssssss













segunda-feira, 5 de outubro de 2009



Design é ver a vida de uma forma diferente!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A Importância da Moulage na Concretização da Criação

O presente trabalho dedica-se ao estudo da importância da moulage para a concretização da criação. Esta técnica possibilita uma visão imediata da roupa em suas três dimensões. Indispensável, portanto ao trabalho de estilistas. O objetivo deste trabalho é mostrar a história da moulage através de importantes designers que estudam e a praticam com maestria e perfeição. Sua aplicação contribui para ser o diferencial (valor agregado) ao designer que busca o aperfeiçoamento da moulage em suas roupas, deixando-o apto para um mercado cada vez mais competitivo. As ilustrações do trabalho de diversos estilistas pelo mundo da moda e o registro da aplicação da técnica obtidas na Oficina de Moda Júnia Melo mostram a importância desta técnica.
Fonte:Rachel Rios Scherrer e Júnia Melo

Revistas apelam a gordinhas em busca da beleza 'real'

Os padrões de beleza no mundo editorial da moda estão em xeque, e as modelos esquálidas parecem estar com os dias contados. Pelo menos nas páginas de duas importantes revistas. A americana "Glamour" e a alemã "Brigitte" anunciaram nesta segunda-feira que suas modelos serão mais próximas do "real".
A revista "Glamour" trará em sua capa de novembro sete modelos nuas acima do peso - pelo menos para os padrões das passarelas. A publicação americana já havia feito sucesso em sua edição de setembro ao colocar a foto de uma modelo com a barriguinha à vista, a americana Lizzie Miller, 20 anos.
Já a "Brigitte", revista feminina mais popular na Alemanha, anunciou que não vai mais exibir modelos profissionais em suas páginas, substituindo-as por mulheres "comuns". A publicação alega que, ao estampar figuras magérrimas, acabou se distanciando de suas leitoras.
Na Semana de Moda de Milão, a adoção de padrões "acima das medidas" já não é novidade. Especialista em roupas de tamanhos maiores, Elena Mirò sempre apresenta suas coleções na fashion week italiana com modelos "plus size".
O desfile mais recente da estilista, ocorrido no dia 23 de setembro, contou justamente com a presença de Lizzie Miller, a mesma que causou polêmica - e também recebeu muitos elogios - ao exibir nas páginas da "Glamour" os "pneuzinhos" salientes.

Só um minutinho...Tô rindo.................

domingo, 4 de outubro de 2009

Você sabe o que é preciso para ter uma Grife?

Há algum tempo, recebemos um e-mail com a pergunta “como ter minha própria grife”. Você sabe? Para criar sua própria grife, não é necessário somente um grande investimento. É preciso primeiramente ter um foco para seu trabalho caso queira se especializar com roupas, bolsas ou acessórios, e ter bons contatos.
Para ter uma grife, você precisa de boas idéias, um forte conceito de marca e saber onde encontrar os melhores fornecedores e parceiros.

As empresas contam com uma equipe de estilistas, modelistas, costureiras, bordadeiras, estamparias e fazem todo o processo criando coleções voltadas ao seu’público-alvo e exclusivas, entregando a você o produto pronto, com a sua etiqueta de marca inclusive.

Para montar sua própria confecção, os custos são altos com máquinas de costura, máquinas de corte, mesas de corte, e os custos fixos também por se tratarem de contrataçào de funcionários especializados como estilistas, modelistas, pilotistas, costureiras, estampadores, bordadeiras, etc… o ideal para o início de uma marca é investir em um ótimo mostruário, um desenvolvimento de marca forte (como logo, outdoors, material de marketing, catálogo…) e concentrar-se na distribuição e venda dos produtos em território nacional ou internacional até.

Fonte:suppidesigns.com

Você sabe o que é preciso para ser estilista?

Segundo a wikipedia, Estilista é aquele que dita moda e cria coleções de roupas e acessórios, exercendo forte influência sobre a maneira como as pessoas se vestem. E ser estilista, não é apenas ser desenhista de moda, e sim criar um vestuário adequado a cada tipo de pessoa.
Quem deseja ser estilista geralmente tem o desejo cedo. É aconselhável fazer um cursinho de corte e costura e depois um de desenho. É importante também começar a estudar a história da moda, das marcas e de alguns estilistas principalmente na internet onde há um grande conteúdo.

Para ser um bom estilista, não é necessário costurar como um profissional e as vezes nem desenhar super bem. O importante é ter boa imaginação e criação. No curso Design de Moda serão dadas aulas de desenho, costura, modelagem, silk screen, etc…

Durante a graduação é muito importante tentar um estágio para entender como funcionam os departamentos e os processos dentro de uma confecção. Conhecer pessoas, fazer contatos e ficar por dentro das notícias de moda e desfiles será muito bom para seu começo além de aprender quem é quem no mercado.

Um bom estilista deve sempre pesquisar e procurar aprender mais, por a moda sempre está em movimento constante. Se você quer começar bem, é necessário muito esforço. O salário médio inicial pode variar entre 1,5 mil reais e 2 mil reais. Um patamar considerado alto para principiantes em qualquer profissão.
Fonte:.suppidesigns.com

Lindsay Lohan estreia como estilista em desfile de Ungaro



PARIS, França (AFP) - A atriz americana Lindsay Lohan apresentou neste domingo, em Paris, sua primeira coleção de moda junto à estilista espanhola Estrella Archs no desfile de Ungaro de prêt-à-porter feminino para o próximo verão.



A parceria inédita entre Archs e a jovem atriz, designada sua "assessora artística", é uma nova tentativa de dar fôlego à maison Ungaro, que, nos últimos anos, lançou vários criadores sem conseguir impulsionar as vendas.


A dupla Estrella Archs-Lindsay Lohan apostou numa coleção rica em vestidos de lantejoulas extremamente curtos.


A coletiva de imprensa ao final do desfile foi uma das mais concorridas e Lindsay Lohan não escondia seu entusiasmo: "I love fashion!".


Segundo ela, a coleção apresentada "é muito livre e muito feminina, ao mesmo tempo".


Lohan, atualmente mais conhecida por seus problemas com a justiça do que qualquer outra coisa, não deixou seu passado atrapalhar a alegria do momento e evitou as perguntas sobre o lado escandaloso de sua vida.

sábado, 3 de outubro de 2009

Viajantes étnicas, heroínas e ativistas marcam terceiro dia de desfiles em Paris

O terceiro dia de desfiles da semana de moda de Paris começou com a apresentação da coleção verão 2010 de Issey Miyake assinada pelo estilista Dai Fujiwara, com viajantes que carregam referências de vários lugares colecionando estampas e sobreposição de peças, amarrando tecidos, fazendo combinações improváveis. Destaque para os jeans com estampas localizadas.A coleção de John Galliano para Christian Dior foi uma continuidade da proposta apresentada no desfile de alta-costura da grife. Estruturas, materiais e referências ao universo da lingerie se destacam na coleção, ao lado das jaquetas acinturadas em looks clássicos inspirados em heroínas do cinema. Cores neutras, como preto, cinza e bege, predominam nas peças de alfaiataria e tons mais vivos, como vermelho e Pink, aparecem nos vestidos longos.
Vivienne Westwood levou seu Manifesto (movimento político, social e ambiental promovido pela estilista inglesa) às passarelas de maneira mais explícita. Mensagens como Do it Yourself (Faça você mesmo), alertas sobre mudanças climáticas e outras mais enfáticas como Get a Life (Dê um jeito na sua vida) aparecem nas roupas, que misturam referências de época com peças pop. Até um avental vira vestido, reforçando a mensagem da estilista que incentiva o consumo consciente.

Albert Elbaz intensifica o trabalho de volumes que cria para a Lanvin em impressionantes efeitos drapeados, torcidos que parecem soltos, mas foram milimetricamente construídos. Destaque para o tecido com efeito matelassado e as roupas totalmente cobertas com paetês, parecendo jóias. A cartela de cores foi inspirada em pedras preciosas.

Margin Margiela fez um dos últimos desfiles do dia, apresentando peças que pareciam inspiradas nos elementos terra, ar, água e fogo. Estampas de céu azul e praia aparecem em alguns looks, que depois parecem brotar com flores recortadas no tecido e até nas botas se cano alto. A seguir, a coleção ganha volumes mais rígidos em peças que parecem infladas ou estruturadas e vai ganhando materiais mais rígidos como couro.

Naomi Campbell mostra sua nova coleção para grife brasileira

Naomi Campbell mostra em primeira mão sua nova coleção para a grife brasileira 284. As peças chegaram ontem ao show-room da marca no Hotel Plaza Athénée, em Paris. Compradores de todos os cantos do mundo - até da Malásia - encomendaram suas pecinhas.As roupas, todas inspiradas no closet da top, chegam às lojas brasileiras dia 4 de novembro. E Naomi contou uma outra exclusiva: no próximo dia 24, ela recebe da Universidade de Harvard um prêmio por seus trabalhos filantrópicos. "Não pude fazer faculdade, pois trabalhei muito cedo. Esse prêmio me deixa muito honrada."

Vogue em crise?

Não sei se vocês chegaram a ver, mas no dia 1 saiu um artigo super interessante da Cathy Horynn no New York Times. É um daqueles que tem que ler. O título já é meio auto-explicativo sobre o conteúdo da matéria: What’s Wrong With Vogue (O que há de errado com a Vogue). Daí que Mrs. Horyn levanta uma série de fatores que contribuíram para o estado atual de uma das maiores e mais importantes publicações de moda ever: a Vogue America.Tudo começou com uma carta de uma leitora de San Diego. Dona Anna Wintour, que não é boba nem nada, publicou a reclamação da leitora na última edição de sua revista. Enfim, Kathryn Williams, a autora da carta, dizia com muita propriedade que “poderia fazer um calendário com as garotas das capas da revista, e provavelmente elas se repetiriam ano após ano”. E não é verdade? Quantas vezes a gente já viu a Carol Trentine, ou a Raquel Zimmerman ou então Gwyneth Paltrow na capa? E não precisamos nem ir muito longe, é só olharmos para irmã (ou seria filha?) brasileira da Vogue America. Quantas vezes Isabelli Fontana apareceu na capa da Vogue Brasil?

Por isso que eu super concordo com Kathryn Williams, que segundo Cathy Horyn conseguiu identificar com precisão o problema da Vogue: “a Vogue está ficando datada, estagnada, previsível”. E o que é mais chocante nisso é que está acontecendo apesar da participação de alguns dos melhores editores, fotógrafos e jornalistas do mercado.

Mas mesmo assim, a gente tem que reconhecer o potencial que Anna Wintour tem, né? Ela vem há 20 anos moldando a revista para refletir, como bem disse Cathy Horyn, mudanças no mundo e nas vidas das mulheres. De um jeito muito mais jornalístico do que de edição de moda, Mrs. Wintour vem dando tons bem reais para o conteúdo da revista, até mesmo em matérias meio fantasiosas como as da Grace Coddington e da Annie Leibovitz.

Quem imaginaria que um dia a Vogue ia conter matérias (e não apenas notinhas) relevantes sobre política e esportes. Não vamos esquecer que Anna Wintour chegou até a colocar uma primeira dama (que não tinha nada de semelhante com Jackie O, ou mais recentemente com Carla Bruni) como capa. Que revista de moda já fez ou tinha feito isso até então? Não estou querendo exaltar Mrs. Wintour, mesmo porque não sou lá muito fã dela, mas temos que reconhecer seu trabalho.

Mas também temos que reconhecer que faz muito tempo, mas muito mesmo (acho que desde os anos 90) que não vemos algo realmente chocante na Vogue America. Não é que não vemos nada de interessante ou bonito, bem pelo contrário, mas nada que seja muito incrível mesmo. E também não vemos nada disso na Vogue Paris, que pode ser mais provocadora, ou na Vogue Italia. Tudo começou com uma carta de uma leitora de San Diego. Dona Anna Wintour, que não é boba nem nada, publicou a reclamação da leitora na última edição de sua revista. Enfim, Kathryn Williams, a autora da carta, dizia com muita propriedade que “poderia fazer um calendário com as garotas das capas da revista, e provavelmente elas se repetiriam ano após ano”. E não é verdade? Quantas vezes a gente já viu a Carol Trentine, ou a Raquel Zimmerman ou então Gwyneth Paltrow na capa? E não precisamos nem ir muito longe, é só olharmos para irmã (ou seria filha?) brasileira da Vogue America. Quantas vezes Isabelli Fontana apareceu na capa da Vogue Brasil?

Por isso que eu super concordo com Kathryn Williams, que segundo Cathy Horyn conseguiu identificar com precisão o problema da Vogue: “a Vogue está ficando datada, estagnada, previsível”. E o que é mais chocante nisso é que está acontecendo apesar da participação de alguns dos melhores editores, fotógrafos e jornalistas do mercado.

Mas mesmo assim, a gente tem que reconhecer o potencial que Anna Wintour tem, né? Ela vem há 20 anos moldando a revista para refletir, como bem disse Cathy Horyn, mudanças no mundo e nas vidas das mulheres. De um jeito muito mais jornalístico do que de edição de moda, Mrs. Wintour vem dando tons bem reais para o conteúdo da revista, até mesmo em matérias meio fantasiosas como as da Grace Coddington e da Annie Leibovitz.

Quem imaginaria que um dia a Vogue ia conter matérias (e não apenas notinhas) relevantes sobre política e esportes. Não vamos esquecer que Anna Wintour chegou até a colocar uma primeira dama (que não tinha nada de semelhante com Jackie O, ou mais recentemente com Carla Bruni) como capa. Que revista de moda já fez ou tinha feito isso até então? Não estou querendo exaltar Mrs. Wintour, mesmo porque não sou lá muito fã dela, mas temos que reconhecer seu trabalho.

Mas também temos que reconhecer que faz muito tempo, mas muito mesmo (acho que desde os anos 90) que não vemos algo realmente chocante na Vogue America. Não é que não vemos nada de interessante ou bonito, bem pelo contrário, mas nada que seja muito incrível mesmo. E também não vemos nada disso na Vogue Paris, que pode ser mais provocadora, ou na Vogue Italia.

revistas


Mas isso é outro assunto. O problema é aqui é que a revista, além da previsibilidade e da repetição, está começando a perder seu potencial de conteúdo. Está ficando rasa. Antes a gente podia encontrar ótimos textos, sobre assuntos super interessantes na Vogue. Mas de um tempo para cá, parece que a vida de socialites que a gente nunca ouviu falar e que até nos questionamos se é mesmo importante se preocupar com as histórias delas, vem ganhando maior destaque. Um problema que é super recorrente aqui, né? As vezes a Vogue Brasil vem cheias dessas matérias que parecem ser um relato de amigas. Ou então com matérias que até poderiam ser interessantes, mas que aparecem de forma tão rasa que a gente tem que pensar duas vezes se aquilo realmente é importante ou vale um aprofundamento maior.

Eu só fui ver depois que li a matéria da Cathy Horyn, mas dá mesmo vergonha de ver como a revista está lidando com a recessão. Tudo bem que pode até ter aquilo de o público alvo não sofrer muito o impacto da crise, mas vamos com calma, né? A Vogue América tem uma circulação de 1,3 milhões de exemplares, não é possível que Anna Wintour – que dizem conhecer e prezar tanto pelos seus leitores – não levar em consideração que as pessoas vão sim passar por períodos de escassez de dinheiro e que isso vai influenciar a moda. Será que ninguém vê que se esta posição não mudar a revista vai deixar de ter esse apelo com a realidade e começará a perder a fidelidade de seus leitores?

Sem contar que a revista não muda sua cara e sei lá quantos anos, e parece desconsiderar por completo os impactos e importâncias de internet, das redes de relacionamentos e dos blogs e outras formas de conteúdo on-line.


Enfim, só achei importante falar do assunto aqui, já que dá pano para muita manga. Prometo que mais tarde, depois que botar a vida em ordem desse retorno das férias, continuo a discussão.

Fonte:About Fashion

Aconteceu para quem não ficou sabendo vale a lembrança Fashion’s Night Out


Fashion’s Night Out é uma ação conjunta dos maiores players da moda mundial para combater a recessão e celebrar a força da indústria fashion, incentivando o consumo em tempos de incertezas econômicas e retração do crescimento. Promovido por Vogue a partir de uma iniciativa de Anna Wintour, editora-chefe da edição americana da revista, e Jonathan Newhouse, chairmain da Condé Nast International, e endossado por empresários, lojistas, modelos e estilistas, o evento ocorreu no dia 10 de setembro, quinta-feira, em 13 capitais de três continentes, simultaneamente.