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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Índia







Panorâmica

Nada pode ser previsível em uma viagem à Índia especialmente a reação de quem a visita. Há quem a ame e quem a odeie, mas ninguém fica indiferente à complexa combinação de um patrimônio cultural e espiritual de mais de 5 mil anos com uma modernidade caótica, mergulhada em fumaça, poeira, cheiros fortes, trânsito infernal e multidões inevitáveis em uma nação com mais de 1 bilhão de habitantes. Ou melhor, um subcontinente, que ocupa uma vasta planície isolada do resto da Ásia pela cordilheira do Himalaia. Sétimo maior país do mundo, a Índia tem solo fértil e rios caudalosos, como o Ganges, considerado sagrado pelos hindus. E o Taj Mahal, claro o mais extravagante monumento já construído ao amor.
Nenhum lugar é tão diversificado e contraditório. Sua economia cresce 7% ao ano e deve tornar-se a terceira do planeta até 2040, segundo algumas previsões. O país concentra a segunda maior população de PhDs do planeta (atrás apenas dos EUA), fornece especialistas em informática para o mundo todo, envia satélites ao espaço e até virou potência nuclear. No entanto, mais da metade de seus habitantes vive na miséria, que se escancara sem pudor diante dos visitantes. É justamente essa predisposição para lidar com os opostos e acolher tudo que assusta quem chega com uma visão idealizada do país na bagagem. Para absorver tudo o que a Índia proporciona, é preciso esquecer o pensamento lógico e se deleitar com suas cores e crenças. Sem a preocupação de explicar o inexplicável.
* DDI:: 91
* Língua oficial:: entre os 25 idiomas oficiais, o hindi é o mais falado
* Informações turísticas:: www.tourismofindia.com
* Moeda:: rúpia indiana (Rs)
* Visto:: sim
* Vacina:: sim, certificado internacional de vacina contra febre amarela
* Embaixada do Brasil em Nova Délhi: 8, Auranzeb Road, 11/2301-7301
* Hora local:: + 8h30
* Melhor época:: de novembro a março

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Férias na Bahia terra da felicidade......



Capela à beira-mar na Praia do Forte, distrito de Mata de São João, a 90 km de Salvador / e Turistas relaxam nas águas transparentes de uma piscina natural

CONHECIDA como uma das principais cidades da Linha Verde – estrada que percorre o litoral da Bahia – a Praia do Forte consegue juntar dois extremos: de um lado, resorts de luxo; do outro, bem-sucedidos trabalhos de preservação ecológica. Distrito do município de Mata de São João, a 90 quilômetros de Salvador, abriga as sedes dos projetos Tamar, que visa à preservação das tartarugas marinhas, e Baleia-jubarte, que zela pela reprodução das baleias nesse ponto do litoral brasileiro. Desde os anos 1980, ambos os projetos renderam muitas visitas ao local. Porém, de tempos pra cá, os turistas ganharam ainda mais um motivo para conhecê-lo: a chegada de mega-resorts.
Projetado para ser o maior resort do Brasil, o recém-inaugurado Iberostar Bahia agrada pelo luxo e pelo conforto. É o que acontece também com o Praia do Forte Ecoresort, com diárias ainda mais caras, mas mimos irrecusáveis. Dessa forma, assim como a vizinha Costa do Sauípe, a Praia do Forte figura entre os destinos preferidos de quem busca sofisticação no litoral da Bahia.
O crescente número de visitantes refletiu na infra-estrutura turística da região. Ao longo da Avenida ACM, a principal da cidade, onde não circulam carros, há cada vez mais lojas, bares, restaurantes e agito noturno. Embora os resorts sejam irresistíveis, também é possível conhecer a Praia do Forte sem gastar muito com hospedagem. Nos 12 quilômetros de praia há muitas pousadas – algumas bem em conta.
Entre os passeios obrigatórios, visite o Castelo Garcia d’Ávila, o único castelo medieval das Américas, e conheça a Reserva de Sapiranga, uma área de proteção ambiental com 600 hectares de Mata Atlântica. O roteiro ecológico não é completo sem uma visita às sedes dos projetos Tamar e Baleia-jubarte.

DICA: Anote aí

Castelo Garcia d’Ávila – Acesso pela estrada para a Linha Verde, a 5 km do centro (3 km de estrada de terra). Tel.: (71) 3676-1073
Reserva de Sapiranga – Acesso pela estrada para a Linha Verde, a 5 km do centro (3 km de estrada de terra).
Projeto Tamar – Avenida ACM (ao lado da Igreja de São Francisco). Tel.: (71) 3676-1045
Projeto Baleia-jubarte – Agendar visitas pelo Tel.: (71) 3676
Conhecida como uma das principais cidades da Linha Verde – estrada que percorre o litoral da Bahia – a Praia do Forte consegue juntar dois extremos: de um lado, resorts de luxo; do outro, bem-sucedidos trabalhos de preservação ecológica. Distrito do município de Mata de São João, a 90 quilômetros de Salvador, abriga as sedes dos projetos Tamar, que visa à preservação das tartarugas marinhas, e Baleia-jubarte, que zela pela reprodução das baleias nesse ponto do litoral brasileiro. Desde os anos 1980, ambos os projetos renderam muitas visitas ao local. Porém, de tempos pra cá, os turistas ganharam ainda mais um motivo para conhecê-lo: a chegada de mega-resorts.

Ilhas Fiji Mais de 300 ilhas intocadas pelo turismo de massa onde privacidade é palavra de ordem




Caro amigo se você quer sair de ferias e ainda não sabe para onde ir vai ai minha sugestão..

ILHAS FIJI Panorama:A paisagem não mudou desde que o filme A Lagoa Azul, sucesso dos anos 80 com Brooke Shields ainda novinha , foi rodado em Yasawa, uma das 309 ilhas do Arquipélago de Fiji (lê-se "Fidji"), no Pacífico Sul. Esse país-arquipélago da Oceania, a oeste da Polinésia, é protegido do turismo de massa por um detalhe tão pequeno como fundamental: na cultura dos 700 mil fijianos, a terra é sagrada e não pode ser vendida para estrangeiros. Embora 380 mil turistas visitem Fiji a cada ano, você nunca verá resorts gigantes e pasteurizados. Predominam os hotéis pequenos e charmosos, com poucos quartos geralmente os chalés locais, chamados de burês.
A área ocupada por Fiji tem 1,3 milhão de quilômetros quadrados, mas apenas 1,5% disso é terra. As maiores ilhas são Viti Levu (que abriga a capital, Suva), de 10,4 mil quilômetros quadrados, e Vanua Levu, com 5,6 mil quilômetros quadrados. Ilhas, ilhotas e atóis, sem exceção, são cercados de recifes de corais e banhados por um azul cristalino, o que faz com que tornam o mergulho aqui mesmo usando apenas máscara e snorkel seja um deslumbre. No interior montanhoso das ilhas, caminha-se por crateras de vulcões extintos rumo a cachoeiras gigantes escondidas na floresta e vilas isoladas. Além das belezas naturais, Fiji tem uma gente incrível, mistura de povos locais com influências européias e orientais. Não é à toa que, em uma das línguas locais, haja 15 palavras para "paraíso".
O QUE VOCÊ PRECISA SABER DE ESSENCIAL:
DDI: 679
Língua oficial: inglês
Moeda: dólar de Fiji
Visto: não é necessário, mas é preciso ter passaporte com validade de seis meses e certificado de vacina de febre amarela
Informações turísticas: www.bulafiji.com
Embaixada do Brasil: não há
Hora local: + 15h
Melhor época: de maio a outubro
E AGORA AS DICAS DE VIAGEM:

O arquipélago de Fiji tem 300 ilhas lindas, quase vazias, perfeitas. E o povo é tão contagiante que você já chega falando a palavra mais usada por aqui: “Bula”, que significa “olá”, mas com admiração', Carlos H. Gomes