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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Cena com carros em filme de Nicholas Cage causa acidente em NY


Um dublê que filmava uma perseguição de carros na Times Square em Nova York para um filme estrelado por Nicholas Cage chocou sua Ferrari contra a vitrine de um restaurante, causando ferimentos leves em dois transeuntes, informaram a polícia e os produtores do filme na segunda-feira.
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O acidente, que aconteceu na manhã desta segunda-feira, foi captado num vídeo amador que foi postado no site do New York Post, www.nypost.com. O vídeo mostra dois carros "costurando" entre outros, até que o motorista do carro da frente perde o controle do veículo, sobe na calçada e se choca com a vitrine de um restaurante de cadeia italiana. O trânsito normal na Times Square tinha sido interrompido para as filmagens de "The Sorcerer's Apprentice", e todos os carros vistos no vídeo faziam parte da filmagem. A polícia disse que um homem de 23 anos foi atingido por um poste que caiu e se queixou de ferimento na cabeça e que uma mulher de 21 sofreu um ferimento no pé. Os dois ferimentos foram considerados leves, e o dublê que dirigia o carro acidentado não se machucou. "Nosso pessoal médico da produção que estava no local prestou atendimento imediato aos feridos, e os dois pedestres foram levados a um hospital para avaliação médica", disse um comunicado da produção de "The Sorcerer's Apprentice". O filme está sendo produzido pela Walt Disney Pictures e Jerry Bruckheimer Films.
"Uma pessoa já recebeu alta e nos foi dito que a segunda também, mas ainda não pudemos confirmar a segunda alta", disse o comunicado. "Todas as normas de segurança foram seguidas, e a segunda unidade de filmagem vai continuar os trabalhos, conforme o planejado." Previsto para chegar aos cinemas em meados de 2010, "The Sorcerer's Apprentice" (O aprendiz de feiticeiro) é a história de um universitário recrutado a contragosto para trabalhar para um feiticeiro, papel este representado por Cage. Ambientado na Nova York contemporânea, o filme é baseado no segmento desse título do filme animado "Fantasia", da Disney.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Lançamento X-Men Origens: Wolverine

X-Men Origens: Wolverine
(X-Men Origins: Wolverine, 2009)
Gênero: Ação - Aventura
Duração: 97 min
Origem: EUA
Estréia - Brasil: 30 de Abril de 2009
De olho: Falta 1 mês e 6 dias
Estréia - EUA: 01 de Maio de 2009
Estúdio: 20th Century Fox
Direção: Gavin Hood
Roteiro: David Benioff
Produção: Avi Arad, Hugh Jackman, Lauren Shuller Donner, John Palermo
Última Atualização: 16 de Março de 2009





Sinopse: O mutante mais aclamado da franquia "X-Men" terá seu filme solo. O longa-metragem "Wolverine" é o primeiro derivado de uma franquia que fez muito sucesso no cinema, televisão, HQ's e etc. Depois de três filmes de "X-Men", agora é a vez de Wolverine mostrar tudo que é capaz de fazer sem ajuda direta de seus companheiros mutantes. Segundo Hugh Jackman (que interpretará o personagem pricipal e estará na produção) espera-se que o filme seja a respeito do mito Wolverine: "o que nós queremos fazer agora é estabelecer quem ele é e descobrir como ele virou Wolverine", disse. A estória do filme é do roteirista David Benioff, mas Jackman também deu muita ajuda para esse roteiro se realizar, inclusive lendo e relendo vários gibis do personagem. O presidente da Fox, Tom Rothman, também revelou que o filme será uma pré-continuação. Em outras palavras, o filme mostrará a origem do mutante. Está bem claro que alguns mutantes serão abordados no filme e também a época Arma-X de Logan (Arma-X é o primeiro nome de Wolverine, quando ele era um projeto do governo canadense). Caso exista alguém na face da terra que não conheça nada sobre o personagem, vamos dar um resuminho da sua história: Wolverine é o codinome do personagem de HQ chamado Logan, um dos membros dos "X-Men". A origem de seu pseudônimo é o nome em língua inglesa do glutão ou carcaju, um pequeno mamífero de garras afiadas pertencente a família das doninhas que, muito agressivo, costuma atacar animais maiores que ele. Foi treinado no Japão na arte do Ninjitsu, lutou na Guerra Civil Espanhola, na Segunda Guerra Mundial (ao lado do Capitão América), foi agente do Serviço Secreto Canadense e da Agência Central De Inteligência Dos Estados Unidos Da América, mais conhecida como CIA e é atualmente membro dos "X-Men". Não é confirmado, mas todas as filmagens poderão ocorrer na Austrália.

Fonte:http://www.cinemacomrapadura.com.br

Gran Torino

Fui assistir este filme sem nenhuma pretenção na realidade eu queria assistir "Quem que ser um milionário" Porque comprei o livro e gostei da historia e queria ver como ficou na telona, porém para minha surpresa a sala estava lotada Gran Torino era minha segunda escolha, no entanto acho agora que foi vontade divina eu ter assistido este filme, para mim um dos melhores filmes dos último tempo se não for o melhor. o filme é tão bom que fui as lágrimas Clint Eastwoode, da um shou de interpretação eu estou sem palavras para descrever minhas impressões então segue algumas que para mim sintetiza a mensagem do filme: Amor ao próximo, respeito, caridade, coragem.....



Ficha tecnica:



As lições que Clint Eastwood sempre registra em seus filmes fazem de “Gran Torino” uma boa experiência cinematográfica, que aborda a família, religião, sentimentalismo e mudanças. Um bom filme, não o melhor de Eastwood.

Clint Eastwood presenteou os cinéfilos com obras maravilhosas como “Menina de Ouro”, “Cartas de Iwo Jima”, “Sobre Meninos e Lobos”, “As Pontes de Madison” e o recente “A Troca”. Não é a toa que hoje seus filmes são sempre sinônimos de qualidade, principalmente pelo apuro técnico e estético que o cineasta investe nas obras. Um roteirista incrível, um diretor maduro e compositor fervoroso, Eastwood é inquestionável. Como ator, ele está sempre correto. Em “Gran Torino”, Eastwood traz toda a sua experiência e constrói uma narrativa grandiosa, que desfila sobre temáticas recorrentes em seus filmes. Apesar de um ótimo filme, Eastwood escorrega pela pouca harmonia ao misturar a atuação com a direção.

Na trama de “Gran Torino”, Eastwood é Walt Kowalski, um veterano da Guerra da Coréia que é ranzinza e não tem amigos. Ele reside em um bairro povoado por muitos coreanos, além de pessoas de outras etnias. Xenófobo declarado, Walt tem sua vida perturbada quando sua esposa morre e precisa aprender a viver sem ela. Novos vizinhos coreanos vão morar na casa ao lado e ele fica incomodado. Walt não tem afinidade com os filhos, sendo mais fácil conversar com sua labradora Daisy do que com qualquer outra pessoa. Após presenciar um quase roubo de seu carro Gran Torino 1972 por seu vizinho Thao (Bee Vang), Walt passa a conviver e interagir mais com seus vizinhos, que são ameaçados constantemente por uma gangue. Agora o protagonista precisa lutar contra seus preconceitos e pesar o valor da vida, superando suas frustrações e passando a acreditar (ou não) nos seres humanos.

O roteiro de Nick Schenk é rico em informações, possibilitando a criação de um protagonista interessante. Eastwood vive Walt com a introspecção e revolta de alguém que sofre com as escolhas que fez na vida. Walt é difícil de ser dobrado, sendo pouco acessível e não confiando em ninguém. Ele trata as pessoas com desprezo, sempre cuspindo perto delas ou rugindo de ódio. Toda essa carga dramática traz a “Gran Torino” a crença de que Walt é um bom homem, porém seu envolvimento com a guerra o transformou em uma pessoa sofrida, que não sabe como corrigir isso, e talvez não queira corrigir. Não é necessário saber muitas informações sobre o passado de Walt e é aí que reside o ponto mais forte da atuação de Eastwood. A cada frase de desprezo e mal humor, Walt é compreendido e quase se torna um vilão, porém tem sua última oportunidade de se refazer quando conhece seus vizinhos.

Entretanto, se na construção do protagonista Schenk tem sucesso, o roteirista apela para argumentos cênicos fracos, que passa a comprometer também a direção de Eastwood. Logo na primeira sequência, percebemos a repulsa de Walt ao que é moderno e, principalmente, aos jovens que não têm visão de mundo e preferem a tecnologia e a moda, por exemplo. Walt observa o piercing de uma personagem que está na igreja mexendo no celular e começa a rugir. Em outro momento, é hora de dar close no sangue que sai da boca dele e fica em um lenço. A cada vez que ele tosse, a câmera aproxima e mostra repetidamente o sangue, como se o público já não soubesse que ele está doente apenas com a primeira mostra. São roteirismos de iniciante, coisa que Schenk pode até ser, mas que Eastwood não é e acaba caindo neles.

Outro ponto desagradável é em investir em diálogos desnecessários que deixa implícita a reação do personagens. Um exemplo é quando a neta de Walt pede para que ele deixe seu Gran Torino para ela de herança, o que é óbvio que causaria a ira do protagonista. Também vemos uma mulher se atrapalhando ao tirar do carro as compras do supermercado, que caem no chão e ninguém a ajuda, a não ser Thao. São vários maneirismos empregados durante o longa que o fazem ser um pouco mais pobre, mas que não perde a essência de ser um bom filme.

Enquanto Eastwood constrói um personagem denso, apesar de caricato e irônico, o elenco coreano dá a identidade que o filme precisava sobre esses personagens, mostrando sua cultura e modo de ver o mundo, porém se compromete ao trazer atores despreparados. Bee Vang como Thao não incomoda durante a primeira metade do longa, que praticamente não fala. Porém, quando precisa se expressar, ele é um desastre. Na cena em que fica trancado no porão de Walt, suplicando para sair dali, é deprimente. A bela Ahney Her, que interpreta Sue, irmã de Thao, investe mais nas características de um filme teen, com sua graciosidade exagerada que não combina com o que sua personagem ainda tem a desenvolver na trama. O restante dos coreanos se restringem a participações físicas sem muito impacto. Christopher Carley não convence em momento algum como o Padre Janovich, sendo deprimente cada frase que profere.

Sempre um ótimo diretor de atores, Eastwood facilita o que a lente da câmera precisa captar nas cenas em que ele é o centro das atenções, porém mostra um incômodo em produzir imagens belas justamente por não estar atrás das câmeras observando. A direção de Eastwood se restringe ao que é normal, característica que não apetece o grande conhecimento do cineasta sobre linguagem e estética. Uma das poucas cenas que contradizem isso é quando Walt procura a gangue pela última vez para conversar. Apesar de, mais uma vez, dar closes forçados nos vizinhos observando a conversa (e consequentemente entregando de cara o que virá em seguida), esta sequência é arrepiante, bem como quando Walt está sentado em uma sala semi-escura fumando e com os dedos cheios de sangue. É aí que reside o Eastwood diretor.

Por mais que não seja uma obra completa de um dos cineastas mais competentes de Hollywood por pecar em bobagens, “Gran Torino” devasta o espectador e o questiona sobre a lealdade à família, a importância das crenças e as mudanças que a vida pode trazer. O longa é, acima de tudo, sobre a (falta de) esperança por um mundo menos preconceituoso e agressivo. O que e como valorizamos a vida e tudo que nos é dado? Estamos preparados para mudar? Vivemos no século 21 mesmo? Um filme para refletir.


Fonte:http://www.cinemacomrapadura.com.br

domingo, 15 de março de 2009

Salmão, flashes e o bom humor de Tom Hanks


As comédias românticas da década de 1980 não podem estar erradas. Tom Hanks é mesmo muito divertido, inclusive fora das telas ou de papéis como o de Richard Harlan Drew, protagonista de "O Homem do Sapato Vermelho". Nas entrevistas para a imprensa concedidas durante a divulgação de cenas de "Anjos e Demônios", em fevereiro passado, em Genebra, na Suíça, o ator fez muitas piadinhas e reagiu com extremo bom humor até mesmo em situações em que outros astros dariam showzinho.
Primeiro foi durante a coletiva com Ron Howard, Ayelet Zurer e Rolf Landua (cientista do CERN, um dos locais em que se passa a trama). Além de fazer inúmeras piadinhas sobre seu personagem, Robert Langdon, e sua mania de usar um relógio do Mickey Mouse (Hanks perguntou ao restante da mesa se o próximo filme se passaria na Disneylândia, para que o grande mistério de por que um professor conceituado e cheio de heroismo usa uma peça tão, digamos, 'diferente', fosse desvendado), o ator declarou cheio de humor que 'não repetir o papel de Langdon seria uma estupidez. E eu não sou estúpido'.anks também brincou muito ao se referir a Stellan Skarsgard (que encarna Richter, que não existe no livro de mesmo nome), que "sempre termina as frase com um carregado 'ammmmmm'. Por ter participado de "Mamma Mia!", o ator também foi vítima de piadinhas por depois de fazer um filme do Abba, agora estar numa produção de (Dan) Brown - "acho que ele está querendo levar a carreira em ordem alfabética", diziam Hanks e Howard, rindo.
Mas foi quando uma jornalista perguntou se ele levava alguma coisa dele próprio para as gravações (de uma forma que soou bem estranha em inglês) que Hanks fez todos os jornalistas rirem mesmo. Com o rosto todinho vermelho e tentando inutilmente segurar o riso para não constranger a repórter, Hanks levou a pergunta na brincadeira e seguiu em frente na entrevista.
Outra demonstração de simpatia aconteceu quando uma jornalista oriental disparou o flash de sua máquina fotográfica bem próximo ao rosto do ator após o tempo combinado previamente. Mesmo um pouco desconcertado, Hanks riu e disse que ela não estava sendo justa com os demais profissionais presentes, mesmo sendo bem-vinda, afinal, segundo ele, aqueles são os costumes da terra dela, que adora tirar fotos e fazer contato.
O espetáculo de bom humor do ator foi encerrado com outro momento particularmente cômico. Uma jornalista do leste europeu comeu uma sílaba ao perguntar sobre o envolvimento de Hanks com o que deveria ser o novo livro de Dan Brown estrelando Langdon, "O Rei Salmão". Primeiro o ator respondeu com incredulidade: "Salmão? Daqueles que nadam?". Segundos depois o mal-entendido já havia sido desfeito, para grande diversão dos outros profissionais e mais ainda do próprio ator. "Tem uma grande diferença... eu não quero estar em um filme chamado "O Rei Salmão", mas eu realmente posso estar no elenco de "O Rei Salomão", dizia, rindo muito. Referências ao salmão foram feitas até o final da entrevista.

Por: Uol cinema (Heloisa Dall'Antonia)

terça-feira, 10 de março de 2009

Divulgada a primeira foto de Milla Jovovich em A Perfect Getaway



A atriz Milla Jovovich (Resident Evil) interpretará uma ex-stripper alcoólatra no longa Keep Coming Back, informou o The Hollywood Reporter. O longa marcará a estréia do ator William H. Macy (Obrigado Por Fumar) na direção de longas.
A trama, roteirizada por Will Aldis, conta a história de um jovem superprotegido que entra para um grupo dos Alcoólatras Anônimos para seduzir a mulher de seus sonhos, interpretada por Milla. Steve Buscemi (Paris, Te Amo) e Macy também irão atuar no longa.Keep Coming Back será produzido por Rachel Rothman, Tucker Tooley e Dan Keston. As filmagens começam em 2009 na Georgia.
O site Worst Previews divulgou nesta terça-feira (10/3), a primeira foto da atriz Milla Jovovich (Residente Evil) no longa A Perfect Getaway, do diretor David Twohy (A Batalha de Riddick).
O longa se passa no Havaí, com um casal em lua-de mel. Eles conhecem dois alpinistas que são viciados em matar. Jovovich interpreta a mulher de Steve Zahn (Mensagem para Você) enquanto Kiele Sanchez (da série Lost) é a companheira de Timothy Olyphant (Hitman - Assassino 47).
Twohy não só dirige como também assina o roteiro de A Perfect Gateway, distribuído pela MGM.
Fonte: www.cineclick.com.br

terça-feira, 3 de março de 2009

Novo filme de angelina Jolie




Angelina Jolie estrelará o filme Salt, onde ela interpreta uma espiã. E como toda boa espiã que se preze, a atriz ira se disfarçar. Veja bem, neste take Angie está usando o cabelo em uma tonalidade preta bem escura. Algum tempo depois...
.. É assim que você a vê, loira! No longa, Angelina interpreta Evelyn A. Salt, uma mulher que nunca se sabe quando ela está falando a verdade. Esse será o grande mistério do filme, e cabe ao espectador descobrir quem é a verdadeira Salt. De acordo com o Just Jared, o filme apenas estreará em 2010.