Bem meus amigos como hoje eu estou meio intelectual vou postar trexo de um livro que li e que gostei muito sei lá muito diferente de outras obras que já tinha lido
ALMA
...É um termo vago, indeterminado, que expressa um princípio desconhecido, porém
de efeitos conhecidos que sentimos em nós mesmos. A palavra alma corresponde
à animu dos latinos, à palavra que usam todas as nações para expressar o que
não compreendem mais que nós. No sentido próprio e literal do latim e das línguas
que dele derivam, significa “ o que anima”. Por isso se diz: A alma dos homens,
dos animais e das plantas, para significar seu princípio de vegetação e de vida.
Ao pronunciar esta palavra, só nos dá uma idéia confusa, como quando se diz no
Gênesis: «Deus soprou no rosto do homem um sopro de vida, e se converteu em
alma vivente, a alma dos animais está no sangue, não mateis, pois, sua alma.»
De modo que a alma – em sentido geral– se toma pela origem e causa da vida,
pela vida mesma. Por isto as nações antigas acreditaram durante muito tempo que
tudo morria ao morrer o corpo. Ainda é difícil desentranhar a verdade no caso das
histórias remotas, há probabilidade que os egípcios tenham sido os primeiros que
distinguiram a inteligência e a alma, e os gregos aprenderam com eles a distinção.
Os latinos, seguindo o exemplo dos gregos, distinguiram animus e anima; e nós
distinguimos também alma e inteligência. Porém o que constitui o princípio de
nossa vida, constitui o princípio de nossos pensamentos? São duas coisas
diferentes, ou formam um mesmo princípio? O que nos faz digerir, o que nos
produz sensações e nos dá memória, se parece ao que é causa nos animais da
digestão, das sensações e da memória?
Há aqui o eterno objeto das disputas dos homens. Digo eterno objeto, porque
carecendo da noção primitiva que nos guie neste exame, teremos que permanecer
sempre encerrados num labirinto de dúvidas e de conjeturas.
Não contamos nem com um só apoio onde firmar o pé para chegar ao vago
conhecimento do que nos faz viver e do que nos faz pensar. Para possuí-lo seria
preciso ver como a vida e o pensamento entram em um corpo. Sabe um pai como
produz a seu filho? Sabe a mãe como o concebe? Pode alguém adivinhar como se
agita, como se desperta e como dorme? Sabem alguns como os membros
obedecem a sua vontade? Terá descoberto o meio pelo qual as idéias se formam
em seu cérebro e saem dele quando o deseja? Débeis autômatos, colocados pela
mão invisível que nos governa no cenário do mundo, quem de nós poderia ver o
fio que origina nossos movimentos?
Não nos atrevemos a questionar se a alma inteligente é espirito ou matéria; se foi
criada antes que nós, se sai do nada quando nascemos; se depois de haver nos
animado no mundo, vive, quando nós morremos, na eternidade. Essas questões
que parecem sublimes, só são questões de cegos que perguntam a cegos: que é a
luz?
Quando tratamos de conhecer os elementos que encerra um pedaço de metal, o
submetemos ao fogo em um crisol. Possuiríamos crisol para submeter a alma?
Um bom domingo de descanso para todos fui.....................
sábado, 30 de maio de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Nasa descobre planeta fora do Sistema Solar seis vezes maior que Júpiter
Concepção artística de planeta seis vezes maior que Júpiter encontrado fora do nosso Sistema Solar. Segundo anúncio do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), da Nasa, o VB 10b está a cerca de 20 anos-luz da Terra e orbita uma das menores estrelas já encontradas

O gigante tem massa seis vezes maior que a de Júpiter e orbita a menor estrela já detectada, segundo os astrônomos
O Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), da Nasa, anunciou ter conseguido detectar um planeta fora do nosso Sistema Solar com massa seis vezes maior que a de Júpiter, na órbita de uma das menores estrelas já encontradas.
Nasa/JPL
O gigante tem massa seis vezes maior que a de Júpiter e orbita a menor estrela já detectada, segundo os astrônomos
VEJA IMAGENS DO MÊS
O astrônomos fizeram a descoberta graças a uma ferramenta de caça a planetas chamada astrometria, uma técnica de medição desenvolvida há cerca de 50 anos.
O recém-descoberto exoplaneta, chamado VB 10b, está a cerca de 20 anos-luz da Terra, na constelação de Áquila.
Por estar distante de sua estrela, a VB 10, que tem massa 12 vezes menor que a do nosso Sol, os astrônomos afirmam que se trata de um planeta gelado como Júpiter.
Fonte:UOL Ciência e Saúde

O gigante tem massa seis vezes maior que a de Júpiter e orbita a menor estrela já detectada, segundo os astrônomos
O Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), da Nasa, anunciou ter conseguido detectar um planeta fora do nosso Sistema Solar com massa seis vezes maior que a de Júpiter, na órbita de uma das menores estrelas já encontradas.
Nasa/JPL
O gigante tem massa seis vezes maior que a de Júpiter e orbita a menor estrela já detectada, segundo os astrônomos
VEJA IMAGENS DO MÊS
O astrônomos fizeram a descoberta graças a uma ferramenta de caça a planetas chamada astrometria, uma técnica de medição desenvolvida há cerca de 50 anos.
O recém-descoberto exoplaneta, chamado VB 10b, está a cerca de 20 anos-luz da Terra, na constelação de Áquila.
Por estar distante de sua estrela, a VB 10, que tem massa 12 vezes menor que a do nosso Sol, os astrônomos afirmam que se trata de um planeta gelado como Júpiter.
Fonte:UOL Ciência e Saúde
Angelina Jolie se machuca e é levada ao hospital durante filmagens de Erika Salt
Angelina Jolie em Erika Salt

De acordo com o site TMZ, Angelina Jolie (A Troca) bateu a cabeça e cortou a testa durante as filmagens de Erika Salt. Após o acidente, a atriz foi levada ao hospital de Nova York.
Segundo os representantes de Angelina, não foi nada grave e ela passa bem.
No longa, Angelina interpretará uma oficial da CIA que é acusada por um desertor de ser uma espiã russa e que deverá juntar provas suficientes para provar sua inocência.
Kurt Wimmer escreveu e adaptou o roteiro da trama, dirigida por Phillip Noyce (O Colecionador de Ossos). Lorenzo di Bonaventura e Suil Perkash serão os produtores.
Erika Salt é o primeiro longa de Angelina após o nascimento dos gêmeos Knox Leon e Vivienne Marcheline, filhos da atriz com Brad Pitt (O Curioso Caso de Benjamin Button). O longa deve estrear em 2010 nos cinemas.
Fonte:Redação www.cineclick.com.br

De acordo com o site TMZ, Angelina Jolie (A Troca) bateu a cabeça e cortou a testa durante as filmagens de Erika Salt. Após o acidente, a atriz foi levada ao hospital de Nova York.
Segundo os representantes de Angelina, não foi nada grave e ela passa bem.
No longa, Angelina interpretará uma oficial da CIA que é acusada por um desertor de ser uma espiã russa e que deverá juntar provas suficientes para provar sua inocência.
Kurt Wimmer escreveu e adaptou o roteiro da trama, dirigida por Phillip Noyce (O Colecionador de Ossos). Lorenzo di Bonaventura e Suil Perkash serão os produtores.
Erika Salt é o primeiro longa de Angelina após o nascimento dos gêmeos Knox Leon e Vivienne Marcheline, filhos da atriz com Brad Pitt (O Curioso Caso de Benjamin Button). O longa deve estrear em 2010 nos cinemas.
Fonte:Redação www.cineclick.com.br
Será que as vezes a natureza erra na mão?ela nasceu ele!!!!!

Kim Petras é uma adolescente que virou popstar na Alemanha. A cantora nasceu Tim Petras e aos 12 anos de idade começou o tratamento hormonal para mudar de sexo. Hoje, aos 16 anos de idade, a garota é a transexual mais nova do mundo.
Com o rosto angelical e voz feminina, Kim divulgava suas músicas na internet. Seus vídeos foram descobertos e uma gravadora ajudou a garota a lançar seu primeiro single "Fade Away", no ano passado.Hoje, registrada oficialmente como menina, Kim diz que está mais preocupada com sua carreira do que com a mudança de sexo. "Minha música é mais importante para mim no momento", disse a cantora ao jornal britânico The Sun. "Eu espero que um dia seja melhor saber sobre minha música do que sobre meu passado".
Fonte texto: Por Redação Yahoo! Brasil
fonte video: /www.youtube.com/watch
terça-feira, 26 de maio de 2009
Estrelas 'feitas' pelo homem podem desvendar segredos cósmicos


Quando o centro de laser mais poderoso do mundo entrar em ação no final do mês uma pequena estrela nascerá na Terra.
O Centro Nacional de Ignição (NIF, na sigla em inglês), no Estado americano da Califórnia, terá como um de seus objetivos estudar ciências físicas e planetárias e examinar, no conforto do laboratório, fenômenos distantes, como a formação de planetas ou as violentas explosões que dão origem a estrelas, chamadas de supernovas.
Laboratório Nacional Lawrence Livermore (LLNL)
O objetivo é examinar fenômenos distantes no conforto do laboratório
Laboratório Nacional Lawrence Livermore (LLNL)
Os 192 lasers do NIF criarão mais energia do que qualquer outra instalação
Laboratório Nacional Lawrence Livermore (LLNL)
A intensa energia cria temperaturas de 100 milhões de graus
"Para entender onde estamos no universo e do que somos feitos, é preciso entender a explosão das estrelas", disse o professor Paul Drake, da Universidade de Michigan. Ele é um entre vários pesquisadores esperando para testar suas teorias usando o centro que demonstrará ainda as possibilidades da fusão nuclear, a reação que está no centro do sol e que é uma potencial fonte de energia abundante e limpa para o planeta. Mas, enquanto muitas atenções estarão voltadas para o objetivo de satisfazer a demanda da humanidade por energia, alguns cientistas esperam responder outras questões fundamentais.
O objetivo é examinar fenômenos distantes no conforto do laboratório

Onda de choque
Outros centros, como o laser Omega na Universidade de Rochester, em Nova York, já são usados para este tipo de teste. Mas os 192 lasers do NIF criarão mais energia do que qualquer outra instalação, dando aos cientistas uma janela sem precedentes para fenômenos cósmicos distantes. Durante os experimentos de fusão, os raios focam brevemente 500 trilhões de watts - mais do que o pico de energia gerado nos Estados Unidos inteiros - em uma cápsula contendo combustível de hidrogênio.
A intensa energia cria temperaturas de 100 milhões de graus e pressões bilhões de vezes maiores do que a pressão atmosférica terrestre, forçando o núcleo do hidrogênio a fundir e liberando uma quantidade colossal de energia.
Nos experimentos astrofísicos, no entanto, a cápsula de combustível seria substituída por uma meia esfera de elementos arranjados em camadas, criada para imitar o centro de uma estrela. "Você escolhe o material e as estruturas entre ele para ser relevante ao que acontece quando uma estrela explode", disse o professor Drake. "O laser atingiria o centro - que corresponde ao centro da estrela - criando uma onda tremenda de choque que explodiria o material." O experimento deverá permitir que os pesquisadores investiguem o interior de estrelas e supernovas em detalhes sem precedentes e entendam melhor como surgem esses objetos. Chuva de diamantes Mas não são apenas os astrofísicos que estão animados com o centro. Cientistas planetários também querem acesso ao equipamento para testar suas teorias sobre a formação dos planetas e de sistemas solares. "A arquitetura do Sistema Solar é muito provavelmente controlada em certa medida pela existência de planetas como Júpiter", disse o professor David Stevenson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
A gravidade do planeta gigante controlou a posição de vastas nuvens de poeira e detritos em nossa vizinhança cósmica e, por isso, também fez com que blocos de construção estivesses disponíveis para a formação dos outros planetas, incluindo a Terra. E, como outros 300 gigantes gasosos com massa similar ou maior do que Júpiter foram encontrados recentemente, o entendimento de como e quando esses objetos são formados também pode ajudar na compreensão da evolução de outros sistemas planetários. Para isso, cientistas estão contando com o NIF para tentar entender mais sobre as extremas condições de temperatura e pressão no coração dos planetas, e o efeito que essas variáveis têm na matéria. Segundo o professor Ray Jeanloz, da Universidade da Califórnia, os conceitos básicos de química são virados de cabeça para baixo com essas pressões esmagadoras. "Hidrocarbonetos iriam se decompor em uma mistura de hidrogênio e carbono", explicou. "O resultado seriam diamantes chovendo da atmosfera." "Esse é o tipo de processo que você nunca adivinharia se não pudesse estudar os próprios materiais."
O biólogo quer ver seu programa de conservação de espécies de cavalos-marinhos adotado por Filipinas, Vietnã e Indonésia
Um biólogo marinho lançou na Austrália um programa pioneiro para tentar salvar espécies ameaçadas de cavalos-marinhos.
O biólogo marinho David Harasti, da Universidade de Newcastle, na Austrália, criou filhotes de duas espécies não-ameaçadas em cativeiro nos últimos seis meses e soltou-os em seu habitat natural, na baía de Sydney.

O biólogo quer ver seu programa de conservação de cavalos-marinhos adotado por Filipinas, Vietnã e Indonésia
A maioria das espécies de cavalos-marinhos não se adapta bem ao cativeiro, apresentando alto nível de estresse e baixo índice de reprodução. A esperança do experimento é que os filhotes sobrevivam sozinhos.
Se a experiência, realizada com animais das espécies cavalo-marinho-de-barriga, a maior espécie existente, e o cavalo-marinho-branco, der certo, o programa poderá ser usado com espécies em extinção em outros países
"Estamos testando se cavalos-marinhos nascidos em cativeiro se adaptam à natureza, pois poderíamos introduzir o programa em outros países onde as populações estão diminuindo, como Filipinas, Vietnã e Indonésia (que possui o maior número de cavalos-marinhos do mundo), disse ele à BBC Brasil.



Teste
Vinte e dois filhotes foram liberados em condições de água diferentes em Sydney. Uma mais calma, e outra mais agitada, para ver em qual ambiente os cavalos-marinhos se adaptariam melhor. "Assim, vamos observando e coletando informações valiosas desses animais", disse. Todos os filhotes, identificados por uma pequena etiqueta fluorescente, devem ser monitorados por mergulhadores a cada duas semanas.
"A principal coisa é ver se os nascidos em cativeiro sobreviverão na natureza assim que liberados", disse o biólogo, que faz o experimento com cavalos-marinhos-brancos (Hippocampus whitei).
"Como ainda sabemos muito pouco sobre os cavalos-marinhos, não podemos fornecer estatísticas de suas populações", disse ele, que cita a espécie Hippocampus colemani como a mais rara. 'Apaixonados'
Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, há oito espécies ameaçadas no planeta. A organização lista o cavalo-marinho-do-cabo, nativo da África do Sul, como a espécie mais ameaçada.
Para Harasti, a maior ameaça dos cavalos-marinhos é a pesca abusiva - motivada, entre outras coisas, pelo uso do animal na medicina tradicional chinesa -, além do desenvolvimento urbano e degradação dos habitats.
O cientista diz que, com o passar dos anos, a perda de habitats naturais como campos de esponjas, corais e algas, levaram algumas espécies da Austrália a habitar regiões ao redor das redes especiais de proteção contra tubarões. "Agora eles dependem delas, pois se adaptaram às mudanças humanas", disse Harasti, que acrescentou que as redes são "perfeitas" para os animais, já que fornecem proteção contra predadores.
A Austrália abriga ao menos 20 das 60 espécies de cavalos-marinhos conhecidas no mundo, o que a torna o país possuidor da maior diversidade de espécies de cavalos-marinhos no mundo. Novas espécies continuam a ser descobertas. Recentemente a menor espécie de cavalo-marinho do mundo foi encontrada próxima a costa da Indonésia. O Hippocampus denise tem apenas 16 milímetros de comprimento. O pesquisador diz que os cavalos-marinhos são a única espécie do mundo na qual o macho dá à luz, podendo produzir cerca de cem filhotes de uma vez. Segundo o Harasti, quando a fêmea e o macho iniciam o processo de acasalamento, ficam juntos durante toda a temporada. "Recentemente descobrimos também que eles são monogamistas de longo-prazo, pois os pares continuam juntos nas temporadas seguintes de acasalmento".
Fonte: Uol bichos
O biólogo marinho David Harasti, da Universidade de Newcastle, na Austrália, criou filhotes de duas espécies não-ameaçadas em cativeiro nos últimos seis meses e soltou-os em seu habitat natural, na baía de Sydney.

O biólogo quer ver seu programa de conservação de cavalos-marinhos adotado por Filipinas, Vietnã e Indonésia
A maioria das espécies de cavalos-marinhos não se adapta bem ao cativeiro, apresentando alto nível de estresse e baixo índice de reprodução. A esperança do experimento é que os filhotes sobrevivam sozinhos.
Se a experiência, realizada com animais das espécies cavalo-marinho-de-barriga, a maior espécie existente, e o cavalo-marinho-branco, der certo, o programa poderá ser usado com espécies em extinção em outros países
"Estamos testando se cavalos-marinhos nascidos em cativeiro se adaptam à natureza, pois poderíamos introduzir o programa em outros países onde as populações estão diminuindo, como Filipinas, Vietnã e Indonésia (que possui o maior número de cavalos-marinhos do mundo), disse ele à BBC Brasil.



Teste
Vinte e dois filhotes foram liberados em condições de água diferentes em Sydney. Uma mais calma, e outra mais agitada, para ver em qual ambiente os cavalos-marinhos se adaptariam melhor. "Assim, vamos observando e coletando informações valiosas desses animais", disse. Todos os filhotes, identificados por uma pequena etiqueta fluorescente, devem ser monitorados por mergulhadores a cada duas semanas.
"A principal coisa é ver se os nascidos em cativeiro sobreviverão na natureza assim que liberados", disse o biólogo, que faz o experimento com cavalos-marinhos-brancos (Hippocampus whitei).
"Como ainda sabemos muito pouco sobre os cavalos-marinhos, não podemos fornecer estatísticas de suas populações", disse ele, que cita a espécie Hippocampus colemani como a mais rara. 'Apaixonados'
Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, há oito espécies ameaçadas no planeta. A organização lista o cavalo-marinho-do-cabo, nativo da África do Sul, como a espécie mais ameaçada.
Para Harasti, a maior ameaça dos cavalos-marinhos é a pesca abusiva - motivada, entre outras coisas, pelo uso do animal na medicina tradicional chinesa -, além do desenvolvimento urbano e degradação dos habitats.
O cientista diz que, com o passar dos anos, a perda de habitats naturais como campos de esponjas, corais e algas, levaram algumas espécies da Austrália a habitar regiões ao redor das redes especiais de proteção contra tubarões. "Agora eles dependem delas, pois se adaptaram às mudanças humanas", disse Harasti, que acrescentou que as redes são "perfeitas" para os animais, já que fornecem proteção contra predadores.
A Austrália abriga ao menos 20 das 60 espécies de cavalos-marinhos conhecidas no mundo, o que a torna o país possuidor da maior diversidade de espécies de cavalos-marinhos no mundo. Novas espécies continuam a ser descobertas. Recentemente a menor espécie de cavalo-marinho do mundo foi encontrada próxima a costa da Indonésia. O Hippocampus denise tem apenas 16 milímetros de comprimento. O pesquisador diz que os cavalos-marinhos são a única espécie do mundo na qual o macho dá à luz, podendo produzir cerca de cem filhotes de uma vez. Segundo o Harasti, quando a fêmea e o macho iniciam o processo de acasalamento, ficam juntos durante toda a temporada. "Recentemente descobrimos também que eles são monogamistas de longo-prazo, pois os pares continuam juntos nas temporadas seguintes de acasalmento".
Fonte: Uol bichos
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Maria-Chuteira não, WAG!
Não poderíamos esquecer do time de ex-WAGs de Ronaldo Fenômeno: Susana Werner, Milene Domingues, Daniela Cicarelli e Raica Oliveira.
Abigail Clancy, da Inglaterra, é modelo e namorada do inglês Peter Crouch, atacante do Porstmouth.
A modelo norte-americana Kristen Pazik é esposa do ucraniano Andriy Shevchenko, atacante do Milan. Eles tem 2 filhos juntos, Jordan e Kristian.
Caroline Celico é uma das mais comportadas mulheres de jogadores de futebol. Ela é casada com o jogador Kaká, do Milan, desde 2005. O casal de brasileiros tem um filho juntos.
Helen Svedin é casada com o português Luis Figo, meia da Inter de Milão, desde 2001. O casal tem três filhas, Daniela, Martina e Stella.
A eterna Posh Spice Victoria Beckham é praticamente a primeira dama do futebol. A britânica é casada com o jogador David Beckham, do Milan, desde 1997.
Mulheres dos jogadores mais famosos do mundo são o alvo da vez
Quem nunca ouviu o ditado “Por trás de todo grande homem, há sempre uma grande mulher.”? Pois é, a beleza das companheiras de alguns jogadores de futebol vem ofuscando o brilho do próprio boleiro. Denominadas pela imprensa internacional Wags - abreviação de Wives And Girlfriends ou Esposas e Namoradas - as beldades “futebolísticas” são o alvo do momento. Enquanto algumas são mais reservadas e preferem passar longe dos flashes, outras não se incomodam nem um pouco com a exposição. A classificação faz com que muitas delas saiam em rankings de futebol (como as mais bonitas), são convidadas para estrelar campanhas publicitárias junto com seus companheiros e estão sempre na lista dos paparazzi. Pensando nisso, Onne te apresenta algumas das mais famosas WAGs (lembre-se: uma WAG não é necessariamente uma Maria-Chuteira). Confira!
Fonte:/onne.com.br/esportes/
Arco-Íris Anjos da camisinha

Enquanto o papa Bento XVI faz sua campanha para que os católicos não usem camisinha, já que podem ser mandados para o inferno, a Áustria acaba de lançar uma campanha publicitária genial para a conscientização da população - não só os gays - sobre o uso de preservativos nas relações sexuais, como forma de defesa às doenças sexualmente transmissíveis.
A campanha AIDS Hilfe Wien mostra que quando você usa camisinha é como se os anjos estivessem cuidando de você e protengendo de contrair alguma das DSTs. Os anúncios foram fotografados por Oliver Gast e criados pela agência PKP, com direção de arte de Daniela Reichmann e criação de Roman Sindelar e Erich Enzenberger.
Campanha austríaca de Aids vai na contra corrente dos preceitos do papa Bento XVI

Fonte:/onne.com.br/
Cientistas revelam fóssil que pode ser de ancestral do homem
Cientistas revelaram em Nova York nesta terça-feira o fóssil de uma criatura de 47 milhões de anos que pode ser um elo perdido na evolução dos primatas superiores - macacos, gorilas e os seres humanos. O fóssil, batizado de Ida, está em estado tão bom de conservação que é possível ver sua pele e traços de sua última refeição.

Os restos do animal, que se assemelha a um lêmure (tipo de animal parecido com um macaco que vive na ilha africana de Madagascar) foram apresentados no Museu Americano de História Natural pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg.
Eles foram descobertos na década de 1980 na Alemanha e pertenciam a uma coleção particular.
Importância e críticas
A pesquisa sobre sua importância foi liderada pelo cientista Jorn Hurum, do Museu de História Natural de Oslo, Noruega.
Cientistas reconstruíram o fóssil usando computação gráfica.
Hurum diz que Ida representa "a coisa mais próxima que temos de um ancestral" e descreveu a descoberta como "um sonho que se tornou realidade".
Mas parte da comunidade científica se mostra cética em relação à descoberta.
Um dos principais editores da revista Nature, Henry Gee, disse que o termo "elo perdido" pode induzir ao erro e que o fóssil não deve figurar entre as grandes descobertas recentes, como os dinossauros com penas. Os cientistas que já examinaram o fóssil concluíram que este se trata de uma espécie nova, batizada Darwinius masillae.Um dos pesquisadores que analisou Ida, Jenz Franzen, o fóssil tem traços que guardam "grande semelhança conosco", como unhas em vez de garras e o polegar em uma posição que permite agarrar coisas com a mão, como o homem e outros primatas.
Ainda assim, segundo ele, o fóssil não parece ser um ancestral direto do homem, mas sim estaria "mais para uma tia do que uma avó".
Fonte:/cienciaesaude.uol.com.br

Os restos do animal, que se assemelha a um lêmure (tipo de animal parecido com um macaco que vive na ilha africana de Madagascar) foram apresentados no Museu Americano de História Natural pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg.
Eles foram descobertos na década de 1980 na Alemanha e pertenciam a uma coleção particular.
Importância e críticas
A pesquisa sobre sua importância foi liderada pelo cientista Jorn Hurum, do Museu de História Natural de Oslo, Noruega.
Cientistas reconstruíram o fóssil usando computação gráfica.
Hurum diz que Ida representa "a coisa mais próxima que temos de um ancestral" e descreveu a descoberta como "um sonho que se tornou realidade".
Mas parte da comunidade científica se mostra cética em relação à descoberta.
Um dos principais editores da revista Nature, Henry Gee, disse que o termo "elo perdido" pode induzir ao erro e que o fóssil não deve figurar entre as grandes descobertas recentes, como os dinossauros com penas. Os cientistas que já examinaram o fóssil concluíram que este se trata de uma espécie nova, batizada Darwinius masillae.Um dos pesquisadores que analisou Ida, Jenz Franzen, o fóssil tem traços que guardam "grande semelhança conosco", como unhas em vez de garras e o polegar em uma posição que permite agarrar coisas com a mão, como o homem e outros primatas.
Ainda assim, segundo ele, o fóssil não parece ser um ancestral direto do homem, mas sim estaria "mais para uma tia do que uma avó".
Fonte:/cienciaesaude.uol.com.br
Sadia e Perdigão criam gigante de alimentos e assustam varejistas
Brasil Foods nasce com R$ 10,4 bilhões em dívidas, mas emitirá ações para levantar capital
A união de Sadia e Perdigão criou a maior processadora de carne de frango do mundo e a décima maior companhia do setor de alimentos das Américas - números que assustaram os varejistas. Temendo o nivelamento de preços e prazos, o setor já se prepara para diversificar, abrindo espaço para marcas menores.
Luiz Fernando Furlan, presidente do conselho de administração da Sadia, apressou-se a afirmar que a Brasil Foods, como foi batizada a nova companhia, não irá elevar preços. A companhia nasce com uma dívida de R$ 10,4 bilhões, mas espera reforçar seus caixa com a emissão de R$ 4 bilhões em ações. A união da Sadia com a Perdigão preocupa o setor supermercadista, que já tem uma estratégia para resistir ao grande poder de fogo adquirido pela megacompanhia que acaba de nascer: "Vamos abrir espaço para as marcas menores", avisa o diretor de uma grande rede de supermercados. O temor dos supermercados é que Sadia e Perdigão nivelem as condições de negociação em termos de prazos, preços e bonificações dadas aos clientes. Apesar da promessa de que as duas marcas permanecem independentes, na prática, elas vão pertencer a uma única companhia. "Esse impacto será inevitável", afirma o diretor de uma grande rede de supermercados. Diante da sensibilidade da questão, Nildemar Secches, agora copresidente do Conselho de Administração da Brasil Foods, nome da nova empresa, teve o cuidado de telefonar para clientes de peso como Pão de Açúcar e Carrefour, para explicar a operação. A maior receptividade dos compradores, especialmente estrangeiros, para marcas menores, foi sentida nos últimos dias por Aderbal Arantes, presidente do Grupo Arantes, dono das marcas Hans, Eder e Sertanejo. Ele conta que fechou, nesta semana, exportações para distribuidores da Europa e do Japão que nunca tinham comprado produtos da empresa. O diretor comercial da Pif Paf Alimentos, Edivaldo Campos, líder no mercado de carnes congeladas em Minas Gerais, é outro empresário que acredita que a união de Sadia e Perdigão vai ampliar o mercado para fornecedores menores. "Todo o cliente quer ter mais de um fornecedor. Isso vai abrir oportunidades para nós tanto no mercado interno quanto no externo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: exame/notícias
A união de Sadia e Perdigão criou a maior processadora de carne de frango do mundo e a décima maior companhia do setor de alimentos das Américas - números que assustaram os varejistas. Temendo o nivelamento de preços e prazos, o setor já se prepara para diversificar, abrindo espaço para marcas menores.
Luiz Fernando Furlan, presidente do conselho de administração da Sadia, apressou-se a afirmar que a Brasil Foods, como foi batizada a nova companhia, não irá elevar preços. A companhia nasce com uma dívida de R$ 10,4 bilhões, mas espera reforçar seus caixa com a emissão de R$ 4 bilhões em ações. A união da Sadia com a Perdigão preocupa o setor supermercadista, que já tem uma estratégia para resistir ao grande poder de fogo adquirido pela megacompanhia que acaba de nascer: "Vamos abrir espaço para as marcas menores", avisa o diretor de uma grande rede de supermercados. O temor dos supermercados é que Sadia e Perdigão nivelem as condições de negociação em termos de prazos, preços e bonificações dadas aos clientes. Apesar da promessa de que as duas marcas permanecem independentes, na prática, elas vão pertencer a uma única companhia. "Esse impacto será inevitável", afirma o diretor de uma grande rede de supermercados. Diante da sensibilidade da questão, Nildemar Secches, agora copresidente do Conselho de Administração da Brasil Foods, nome da nova empresa, teve o cuidado de telefonar para clientes de peso como Pão de Açúcar e Carrefour, para explicar a operação. A maior receptividade dos compradores, especialmente estrangeiros, para marcas menores, foi sentida nos últimos dias por Aderbal Arantes, presidente do Grupo Arantes, dono das marcas Hans, Eder e Sertanejo. Ele conta que fechou, nesta semana, exportações para distribuidores da Europa e do Japão que nunca tinham comprado produtos da empresa. O diretor comercial da Pif Paf Alimentos, Edivaldo Campos, líder no mercado de carnes congeladas em Minas Gerais, é outro empresário que acredita que a união de Sadia e Perdigão vai ampliar o mercado para fornecedores menores. "Todo o cliente quer ter mais de um fornecedor. Isso vai abrir oportunidades para nós tanto no mercado interno quanto no externo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: exame/notícias
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Dia 13 de maio - Abolição da Escravatura, Princesa Isabel sancionou a lei que pôs fim à escravidão

A Lei Áurea, sancionada pela princesa Isabel a 13 de maio de 1888, foi o resultado de uma batalha legislativa iniciada na década de 1870. Isabel enfrentou a resistência dos representantes dos proprietários de escravos para levar o projeto de lei à votação. "Vossa Alteza libertou uma raça, mas perdeu o trono", disse-lhe um parlamentar, após a aprovação da lei.





Em 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinou a lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil. "Áurea" quer dizer "de ouro" e a expressão refere-se ao caráter glorioso da lei que pôs fim a essa forma desumana de exploração do trabalho. Em território brasileiro, a escravidão vigorou por cerca de três séculos, do início da colonização à assinatura da lei Áurea. Apesar disso, ainda hoje, tanto no Brasil quanto em outros países do mundo, há formas de trabalho semelhantes à escravidão. A sanção ou aprovação da lei foi, principalmente, o resultado da campanha abolicionista que se desenvolvia no Brasil desde a década de 1870, mas não se pode negar o empenho pessoal da princesa Isabel, então regente do Império do Brasil, para sua aprovação. Primeira senadora brasileira e primeira mulher a assumir uma chefia de Estado no continente americano, a princesa Isabel se revelou uma política liberal nas três vezes que exerceu a Regência do país. Abolicionista convicta, já havia lutado pela aprovação da Lei do Ventre Livre, em 1871, e financiava com dinheiro próprio não só a alforria de dezenas de escravos, mas também o Quilombo do Leblon, que cultivava camélias brancas - a flor-símbolo da abolição.
Batalha parlamentar
A terceira regência da princesa Isabel, iniciada a 3 de junho de 1887, foi marcada pelas relações tensas da regente com o Ministério, presidido pelo conservador João Maurício Wanderley (1815-1889), o Barão de Cotegipe. Na verdade, a princesa forçou Cotegipe a demitir-se, nomeando, em março de 1888, o liberal João Alfredo Correia de Oliveira (1835-1915), para primeiro-ministro. Com João Alfredo à frente da Assembléia Nacional (que equivale ao atual Congresso), os abolicionistas conseguiram enfrentar a resistência dos representantes dos proprietários de escravos e levar o projeto de lei a votação. Conseguiram também evitar que o Estado brasileiro indenizasse os proprietários de escravos pelo fim da escravidão - conforme eles pleitearam no poder Legislativo e Judiciário. Para a família imperial brasileira e para a própria Isabel, o custo da luta da princesa foi alto. O fim da escravatura fez ruir as últimas bases de sustentação do regime monarquista. Cerca de um ano e meio depois, a República foi proclamada. Aliás, convém lembrar que, com isso, cumpria-se o que já havia previsto o próprio Barão de Cotegipe, que dissera à princesa Isabel, depois da sanção da lei Áurea: "Vossa alteza libertou uma raça, mas perdeu o trono". De fato, a idéia de República conquistou definitivamente as elites econômicas brasileiras muito em função da abolição da escravatura, que teve como subproduto as legiões dos chamados "republicanos do 14 de maio".
Fonte:Antonio Carlos Olivieri*
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
domingo, 10 de maio de 2009
O vaticano aparece com mas uma abobrinha bla bla bla ...Vaticano pede que fiéis não vejam "Anjos e Demônios"

O filme mantém acesa a polêmica com a Igreja Católica, sempre presente no que concerne ao autor americano.
No dia seguinte à sessão na capital italiana, o bispo Antonio Rosario Mennonna, de 102 anos, entrou com uma denúncia na Procuradoria de Roma e de Potenza, chamando o filme de "difamatório e ofensivo aos valores da igreja e ao prestígio da Santa Sé" e conclamando os fiéis católicos a não irem vê-lo.
O líder da Liga Católica nos EUA, William Donohue, disse que Hollywood "inventou uma história para difamar a igreja" e classificou o filme de "anticatólico". Ron Howard agradeceu e disse que esse tipo de polêmica ajuda no marketing.

O diretor Ron Howard, 55, aprende com seus erros. Após fazer "O Código Da Vinci", adaptação do livro de Dan Brown, e ser um fracasso de crítica, ele adapta "Anjos e Demônios" --que estreia no Brasil no dia 15--, do mesmo autor, com mais ação, ritmo muito mais acelerado e, surpreendentemente, nenhum sexo.
Em exibição para a imprensa, em Roma, na semana passada, foi consenso entre jornalistas que este longa é melhor que o anterior. O sucesso se explica numa palavra: liberdade.
7.mai.09-Katsumi Kasahara/AP
Diretor Ron Howard, atores Tom Hanks e Ayelet Zurer e produtor Brian Grazer (da esq. à dir.) posam na divulgação do filme (Tóquio)
Diretor Ron Howard, atores Tom Hanks e Ayelet Zurer e produtor Brian Grazer (da esq. à dir.) posam na divulgação do filme (Tóquio)
Howard e os roteiristas David Koepp e Akiva Goldsman cortaram, fundiram personagens e reescreveram uma boa parte do final. "Faz parte de uma adaptação ter de escolher. Fazendo uma autocrítica, diria que fui muito devotado ao original em "Código Da Vinci". Neste filme resolvi mudar mais. E, depois de tantos comentários, achamos que Robert Langdon podia ganhar um corte de cabelo", diz o diretor, em evento de lançamento europeu. "Isso foi meu maior desafio", brinca Tom Hanks, 52.
Ele está novamente no papel do simbologista de Harvard Robert Langdon, que é chamado para desvendar os mistérios em torno de uma série de assassinatos. Um extremista sequestra e mata de hora em hora quatro cardeais cotados para a vaga aberta com a morte do papa. À meia-noite, uma bomba vai explodir dentro do Vaticano durante esse conclave.
Brown aprovou as mudanças: "Foi interessante testemunhar o processo de transformar um texto denso num thriller inteligente e de rápida diversão, mas nada foi feito pensando em agradar aos católicos".
Durante as filmagens, o longa teve negado acesso a várias partes do Vaticano, que foram recriadas em estúdio em Los Angeles. "Não esperava cooperação", diz o diretor. "Nunca estive no cartão de Natal da igreja, mas esse ataque acontece sem ninguém ter visto o filme".
O diretor convidou representantes da igreja para assistir, "mas todos declinaram". O astro de US$ 20 milhões Tom Hanks fez uma espécie de "anticampanha". "Se você acha que o filme vai atacar sua fé, simplesmente não vá ao cinema.
Nós imploramos, por favor, não vá", disse em tom jocoso.
Uma festa que estava programada para acontecer em Roma foi cancelada por interferência extraoficial do Vaticano. "Foi deixado claro por alguns canais que a igreja não aprovava aquilo", disse o diretor.
Sem beijo
Vivida pela israelense Ayelet Zurer, a mocinha foi transformada em uma mulher mais realista. A atriz diz que no livro Vittoria Vetra parecia uma "super-heroína": "Afinal, ela é muito inteligente, contesta Einstein e ainda é sexy".
Na versão cinematográfica, ela é "uma mulher que você consegue encontrar na rua".
Talvez por isso ela não tenha encantado Langdon, com o qual não tem nenhuma cena romântica. Hanks relativiza: "Nas 24 horas em que se passa o filme eles não conseguiriam achar tempo para um beijo.
Pensamos em mudar a locação de uma das mortes para um hotel onde eles pudessem transar, ou um carro grande, como um Alfa Romeo, mas não ficou bom no roteiro", ri ele.
sábado, 9 de maio de 2009
Dia das mães
Pôs é pessoal hoje é dia das mães então para vocês que tem a felicidade de ter está pessoa maravilhosa do lado agradença a Deus por ela existir porque nois filhos nunca damos a ela o real e merecido valor, quando atentamos para isso na maioria das vezes é tarde para dizer um pequenina palavra, que muitas vezes não dizemos por achar que ela sabe e que por este motivo não é necessario reafimar.
Portanto hoje reafirme o teu amor por ela diga , conte , grite o quanto ela é imporatnte para você e saiba que isto tem para ela muito mas valor do que aquele presente coprado por obrigação.
E lembre-se que sinônimo de mãe é amor, superação, abnegaçõa lealdade e entrega ´portante nesse dia que é dela por total e irestrito merecimento se doi aela pelo menos um dia como ela se doa a você por toda uma vida.
Eu já não tenho a minha perto de mim , mas sei que mesmo ao longe em outra dimensão ela está a olhar por mim então mãe que teu dia seja de maor , mas de um amor de mãe por só este amor é para sempre....
Portanto hoje reafirme o teu amor por ela diga , conte , grite o quanto ela é imporatnte para você e saiba que isto tem para ela muito mas valor do que aquele presente coprado por obrigação.
E lembre-se que sinônimo de mãe é amor, superação, abnegaçõa lealdade e entrega ´portante nesse dia que é dela por total e irestrito merecimento se doi aela pelo menos um dia como ela se doa a você por toda uma vida.
Eu já não tenho a minha perto de mim , mas sei que mesmo ao longe em outra dimensão ela está a olhar por mim então mãe que teu dia seja de maor , mas de um amor de mãe por só este amor é para sempre....
Não é truque de computador A revitalização de um rio de Seul, na Coréia do Sul, mudou a paisagem a tal ponto que as imagens de antes e depois parecem
Rio Cheonggyecheon, em Seul, na Coréia do Sul. após ser recuperado pela prefeitura do local

Rio Cheonggyecheon, em Seul, na Coréia do Sul. antes da demolição do viaduto que cobria o canal

Foi criado um semi-anel viário para desviar o tráfego da área do antigo viaduto

Quem vê a água limpa descendo pelo rio Cheonggyecheon, em Seul, na Coréia do Sul, e pode usufruir das áreas verdes que tornaram o centro de cidade mais agradável, não imagina que, até o início desta década, aquela era apenas mais uma zona urbana degradada, a exemplo de tantas outras pelo mundo afora. Para garantir a recuperação ambiental, a prefeitura local tomou decisões radicais, incluindo a demolição de um viaduto que cobria esse canal urbano totalmente poluído. Cerca de 620 mil toneladas de concreto foram ao chão e investimentos de US$ 380 milhões tornaram realidade o que parecia impossível: assegurar a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos a partir da paisagem restaurada.
A recuperação do rio Cheonggyecheon é considerada uma referência mundial em humanização de cidades, não só pela despoluição das águas mas pela construção de parques lineares que devolveram o contato das margens aos moradores, que é a sétima maior do mundo em número de habitantes – tem 10,3 milhões de pessoas. O concreto do viaduto derrubado foi reciclado, e as obras de recuperação, iniciadas em meados de 2003. Três anos depois, parte do canal de 80 metros de largura foi aberto ao público e, no mês passado, o projeto foi concluído, com a entrega aos moradores de áreas verdes que totalizam 400 hectares, distribuídas ao longo de oito quilômetros de extensão. Para facilitar o acesso ao local, além da construção de novas pontes, o sistema de transporte coletivo foi ampliado, o que significou uma redução no número de veículos nos arredores. As interferências urbanísticas e as obras de melhoria ambiental fizeram a temperatura na área do canal cair em média 3,6°C em relação a outras regiões da cidade.
O arquiteto urbanista Clodualdo Pinheiro Júnior, diretor de Desenvolvimento da empresa municipal Urbanização de Curitiba (URBS), visitou Seul em julho do ano passado e ficou impressionado com a experiência de recuperação do rio Cheonggyecheon. “Nos dias mais quentes, as pessoas molham os pés na água. É um belo exemplo de melhoria da qualidade de vida da população”, diz o arquiteto. Ele conta que para realizar o projeto e demolir o viaduto – por onde passavam aproximadamente 160 mil automóveis por dia –, a prefeitura de Seul enfrentou resistências, sobretudo de comerciantes, que foram realocados. Símbolo da expansão urbana e da busca por soluções para dar conta do incremento do tráfego no centro da cidade, aquela estrutura de concreto, com seis pistas de alta velocidade, havia coberto totalmente o antigo canal onde as mulheres lavavam roupas havia mais de 50 anos.
Sem viaduto e com menos trânsito
A polêmica obra da prefeitura de Seul começou em 1999. O atual presidente da Coréia do Sul, Lee Myung Bak, prefeito naquela época, foi o responsável pela mobilização para despoluir o canal, demolir o viaduto e criar os parques lineares. Para tocar a empreitada foi chamado o urbanista Kee Yeon Hwang, que, após várias consultas à população, desenvolveu o projeto de recuperação ambiental e urbanística. A equipe dele também passou mais de seis meses investigando alternativas para melhorar o tráfego. De acordo com Pinheiro Júnior, o poder público local optou por construir um semi-anel viário para desviar o tráfego da área do antigo viaduto. “A cidade agora respira mais e o pedestre pode vê-la melhor”, diz ele. Para o urbanista, Seul conseguiu uma proeza que parece impossível para outras metrópoles mundiais, entre as quais São Paulo. No caso da capital paulista, o arquiteto cita o Minhocão, viaduto que, além de interferir negativamente na paisagem, concentra degradação social e ambiental no seu entorno, problema que considera desafiador quando se pensa na sustentabilidade das cidades. “Ao elaborar um projeto, o urbanista tem que pensar em questões que transcendem os limites da arquitetura. Isso inclui os problemas sociais que uma obra pode evidenciar no longo prazo”, afirma.
Inspiração Curitibana
Seul, como Barcelona, na Espanha, é um exemplo de metrópole cujo espaço urbano foi fortemente requalificado para sediar os Jogos Olímpicos. A recuperação do rio no centro da cidade é continuidade do processo de outras grandes reformas estruturais que ficaram como legado da Olimpíada de 1988. As preocupações com o crescimento do tráfego de veículos, no entanto, têm levado os gestores coreanos a buscar experiências inovadoras ao redor do mundo – a de Curitiba é uma delas.
Na capital sul-coreana, por onde circulam 2,8 milhões de automóveis, o sistema de ônibus transporta 25% dos passageiros da cidade, enquanto o metrô faz 35% dos deslocamentos. “Seul se inspirou no nosso projeto de vias segregadas”, conta o urbanista. Essas pistas, exclusivas para ônibus, começaram a tomar forma em 1974 e transformaram Curitiba em referência de cidade que melhorou a infra-estrutura viária para dar vazão ao transporte de massa. A paisagem urbana preservada, ou revitalizada, é parte da qualidade de vida nas cidades. É por isso que, ao pensar em ampliar as soluções de transporte urbano, Curitiba construirá o metrô aproveitando canaletas criadas para as vias segregadas. Escavando apenas sete metros e sem necessidade de desapropriar imóveis, os custos das obras devem cair 50%, além de o impacto ambiental ser menor. As áreas superficiais, destinadas ao projeto, serão equipadas com parques lineares e outros espaços verdes, inspirados na experiência de Seul.As obras nos eixos Norte e Sul, por onde passará o metrô, ao longo de 22 quilômetros de vias, mais a nova infra-estrutura urbanística estão estimadas em cerca de R$ 500 milhões e devem ser concluídas em 2014. O planejamento de 22 estações leva em consideração o crescimento de 20% do número de passageiros nesses eixos, que atendem atualmente 416,9 mil pessoas por dia. O grande desafio de Seul agora é despoluir o rio Han, principal curso d’água da metrópole. O projeto exigirá ações de longo prazo, tal qual ocorre em outras megacidades, como São Paulo. O trabalho já começou com a recuperação das margens. “Eles têm mais de mil tipos de efluentes que terão de ser identificados para o processo de descontaminação”, conta Pinheiro Júnior. As primeiras intervenções já permitem o acesso da população à área próxima ao rio e atraem novos investimentos em áreas degradadas do entorno. Em todo o mundo, diz o urbanista, os especialistas buscam a humanização das cidades, agregando aspectos culturais, ambientais, sociais, entre outros, como valores indispensáveis à melhoria da qualidade de vida.
Complexo Tietê
No caso de São Paulo, com um programa complexo como a despoluição do rio Tietê, um dos grandes desafios, na opinião do urbanista, é fazer com que a população se aproxime dos espaços cortados pelo rio. “Como fazer isso em áreas adensadas ao longo das marginais Pinheiros e Tietê?”, ele questiona. “A cidade precisa de humanização, e os rios têm papel fundamental nesse processo.” Já o professor Mário Thadeu Leme de Barros, do Departamento de Engenharia da Universidade de São Paulo (USP), afirma: “Ainda temos grandes problemas sociais a resolver, o que torna complexos projetos de grande porte como é o caso da despoluição do Tietê”.
Alcançar 100% de coleta e de tratamento de esgoto lançado no rio Tietê é um desafio para mais dez anos. O cálculo é apresentado pelo diretor de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Marcelo Salles. Segundo ele, por enquanto a empresa mantém negociações com o Banco Interamericano de Desenvolvimento para financiamento da terceira etapa do projeto de despoluição, orçada em US$ 800 milhões.
Os recursos serão suficientes para, no período de 2009 a 2015, coletar 90% e tratar 80% do esgoto doméstico produzido na região metropolitana de São Paulo, onde se concentram 20 milhões de habitantes. Salles considera que o projeto em São Paulo alcançou resultados positivos. Ele menciona que, entre 1991 e 1992, a mancha crítica de poluição causada pelo lançamento de esgoto sem tratamento no Tietê chegava a Barra Bonita, a cerca de 300 km da capital. Ela foi reduzida a 160 km e alcança os municípios de Pirapora e Salto. “Ainda é um absurdo, mas acreditamos que cientificamente o Tietê não tem piorado”, diz ele. “Esse é o tipo de iniciativa que tem resultado a longo prazo. A recuperação do Tâmisa [rio que corta Londres], por exemplo, levou mais de 100 anos.” No Oriente, apesar de menos complexo, o problema foi solucionado rapidamente. É torcer para que ele inspire as tomadas de decisões por aqui.
fonte:Texto: Elizabeth Oliveira
Da Revista Sustenta

Rio Cheonggyecheon, em Seul, na Coréia do Sul. antes da demolição do viaduto que cobria o canal

Foi criado um semi-anel viário para desviar o tráfego da área do antigo viaduto

Quem vê a água limpa descendo pelo rio Cheonggyecheon, em Seul, na Coréia do Sul, e pode usufruir das áreas verdes que tornaram o centro de cidade mais agradável, não imagina que, até o início desta década, aquela era apenas mais uma zona urbana degradada, a exemplo de tantas outras pelo mundo afora. Para garantir a recuperação ambiental, a prefeitura local tomou decisões radicais, incluindo a demolição de um viaduto que cobria esse canal urbano totalmente poluído. Cerca de 620 mil toneladas de concreto foram ao chão e investimentos de US$ 380 milhões tornaram realidade o que parecia impossível: assegurar a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos a partir da paisagem restaurada.
A recuperação do rio Cheonggyecheon é considerada uma referência mundial em humanização de cidades, não só pela despoluição das águas mas pela construção de parques lineares que devolveram o contato das margens aos moradores, que é a sétima maior do mundo em número de habitantes – tem 10,3 milhões de pessoas. O concreto do viaduto derrubado foi reciclado, e as obras de recuperação, iniciadas em meados de 2003. Três anos depois, parte do canal de 80 metros de largura foi aberto ao público e, no mês passado, o projeto foi concluído, com a entrega aos moradores de áreas verdes que totalizam 400 hectares, distribuídas ao longo de oito quilômetros de extensão. Para facilitar o acesso ao local, além da construção de novas pontes, o sistema de transporte coletivo foi ampliado, o que significou uma redução no número de veículos nos arredores. As interferências urbanísticas e as obras de melhoria ambiental fizeram a temperatura na área do canal cair em média 3,6°C em relação a outras regiões da cidade.
O arquiteto urbanista Clodualdo Pinheiro Júnior, diretor de Desenvolvimento da empresa municipal Urbanização de Curitiba (URBS), visitou Seul em julho do ano passado e ficou impressionado com a experiência de recuperação do rio Cheonggyecheon. “Nos dias mais quentes, as pessoas molham os pés na água. É um belo exemplo de melhoria da qualidade de vida da população”, diz o arquiteto. Ele conta que para realizar o projeto e demolir o viaduto – por onde passavam aproximadamente 160 mil automóveis por dia –, a prefeitura de Seul enfrentou resistências, sobretudo de comerciantes, que foram realocados. Símbolo da expansão urbana e da busca por soluções para dar conta do incremento do tráfego no centro da cidade, aquela estrutura de concreto, com seis pistas de alta velocidade, havia coberto totalmente o antigo canal onde as mulheres lavavam roupas havia mais de 50 anos.
Sem viaduto e com menos trânsito
A polêmica obra da prefeitura de Seul começou em 1999. O atual presidente da Coréia do Sul, Lee Myung Bak, prefeito naquela época, foi o responsável pela mobilização para despoluir o canal, demolir o viaduto e criar os parques lineares. Para tocar a empreitada foi chamado o urbanista Kee Yeon Hwang, que, após várias consultas à população, desenvolveu o projeto de recuperação ambiental e urbanística. A equipe dele também passou mais de seis meses investigando alternativas para melhorar o tráfego. De acordo com Pinheiro Júnior, o poder público local optou por construir um semi-anel viário para desviar o tráfego da área do antigo viaduto. “A cidade agora respira mais e o pedestre pode vê-la melhor”, diz ele. Para o urbanista, Seul conseguiu uma proeza que parece impossível para outras metrópoles mundiais, entre as quais São Paulo. No caso da capital paulista, o arquiteto cita o Minhocão, viaduto que, além de interferir negativamente na paisagem, concentra degradação social e ambiental no seu entorno, problema que considera desafiador quando se pensa na sustentabilidade das cidades. “Ao elaborar um projeto, o urbanista tem que pensar em questões que transcendem os limites da arquitetura. Isso inclui os problemas sociais que uma obra pode evidenciar no longo prazo”, afirma.
Inspiração Curitibana
Seul, como Barcelona, na Espanha, é um exemplo de metrópole cujo espaço urbano foi fortemente requalificado para sediar os Jogos Olímpicos. A recuperação do rio no centro da cidade é continuidade do processo de outras grandes reformas estruturais que ficaram como legado da Olimpíada de 1988. As preocupações com o crescimento do tráfego de veículos, no entanto, têm levado os gestores coreanos a buscar experiências inovadoras ao redor do mundo – a de Curitiba é uma delas.
Na capital sul-coreana, por onde circulam 2,8 milhões de automóveis, o sistema de ônibus transporta 25% dos passageiros da cidade, enquanto o metrô faz 35% dos deslocamentos. “Seul se inspirou no nosso projeto de vias segregadas”, conta o urbanista. Essas pistas, exclusivas para ônibus, começaram a tomar forma em 1974 e transformaram Curitiba em referência de cidade que melhorou a infra-estrutura viária para dar vazão ao transporte de massa. A paisagem urbana preservada, ou revitalizada, é parte da qualidade de vida nas cidades. É por isso que, ao pensar em ampliar as soluções de transporte urbano, Curitiba construirá o metrô aproveitando canaletas criadas para as vias segregadas. Escavando apenas sete metros e sem necessidade de desapropriar imóveis, os custos das obras devem cair 50%, além de o impacto ambiental ser menor. As áreas superficiais, destinadas ao projeto, serão equipadas com parques lineares e outros espaços verdes, inspirados na experiência de Seul.As obras nos eixos Norte e Sul, por onde passará o metrô, ao longo de 22 quilômetros de vias, mais a nova infra-estrutura urbanística estão estimadas em cerca de R$ 500 milhões e devem ser concluídas em 2014. O planejamento de 22 estações leva em consideração o crescimento de 20% do número de passageiros nesses eixos, que atendem atualmente 416,9 mil pessoas por dia. O grande desafio de Seul agora é despoluir o rio Han, principal curso d’água da metrópole. O projeto exigirá ações de longo prazo, tal qual ocorre em outras megacidades, como São Paulo. O trabalho já começou com a recuperação das margens. “Eles têm mais de mil tipos de efluentes que terão de ser identificados para o processo de descontaminação”, conta Pinheiro Júnior. As primeiras intervenções já permitem o acesso da população à área próxima ao rio e atraem novos investimentos em áreas degradadas do entorno. Em todo o mundo, diz o urbanista, os especialistas buscam a humanização das cidades, agregando aspectos culturais, ambientais, sociais, entre outros, como valores indispensáveis à melhoria da qualidade de vida.
Complexo Tietê
No caso de São Paulo, com um programa complexo como a despoluição do rio Tietê, um dos grandes desafios, na opinião do urbanista, é fazer com que a população se aproxime dos espaços cortados pelo rio. “Como fazer isso em áreas adensadas ao longo das marginais Pinheiros e Tietê?”, ele questiona. “A cidade precisa de humanização, e os rios têm papel fundamental nesse processo.” Já o professor Mário Thadeu Leme de Barros, do Departamento de Engenharia da Universidade de São Paulo (USP), afirma: “Ainda temos grandes problemas sociais a resolver, o que torna complexos projetos de grande porte como é o caso da despoluição do Tietê”.
Alcançar 100% de coleta e de tratamento de esgoto lançado no rio Tietê é um desafio para mais dez anos. O cálculo é apresentado pelo diretor de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Marcelo Salles. Segundo ele, por enquanto a empresa mantém negociações com o Banco Interamericano de Desenvolvimento para financiamento da terceira etapa do projeto de despoluição, orçada em US$ 800 milhões.
Os recursos serão suficientes para, no período de 2009 a 2015, coletar 90% e tratar 80% do esgoto doméstico produzido na região metropolitana de São Paulo, onde se concentram 20 milhões de habitantes. Salles considera que o projeto em São Paulo alcançou resultados positivos. Ele menciona que, entre 1991 e 1992, a mancha crítica de poluição causada pelo lançamento de esgoto sem tratamento no Tietê chegava a Barra Bonita, a cerca de 300 km da capital. Ela foi reduzida a 160 km e alcança os municípios de Pirapora e Salto. “Ainda é um absurdo, mas acreditamos que cientificamente o Tietê não tem piorado”, diz ele. “Esse é o tipo de iniciativa que tem resultado a longo prazo. A recuperação do Tâmisa [rio que corta Londres], por exemplo, levou mais de 100 anos.” No Oriente, apesar de menos complexo, o problema foi solucionado rapidamente. É torcer para que ele inspire as tomadas de decisões por aqui.
fonte:Texto: Elizabeth Oliveira
Da Revista Sustenta
Você já viu cargueiros à vela? Elas tem uma tecnologia alemã que funcionam como as pipas e economizam até 50% de combustível - são uma alternativa lim
A vela tem formato de paraglider e flutua de 100 a 300 metros acima do nível do mar

Você certamente já ouviu falar de barco à vela. E de navio cargueiro à vela? A proposta também soou como brincadeira para os investidores no início do projeto, que encararam com ceticismo a idéia de uma vela movimentar um navio cargueiro. No entanto, a invenção alemã saiu do papel e hoje já cruza os oceanos do mundo todo.
Utilizada como sistema de propulsão auxiliar, o Skysails, como a criação foi batizada, pode reduzir o uso de combustível em até 50%, diminuindo assim a emissão de poluentes na atmosfera – 146 milhões de toneladas de CO2 ao ano, a empresa calcula.
A vela tem formato de “paraglider”, 160 metros quadrados e flutua de 100 a 300 metros acima do nível do mar, onde os ventos são mais fortes. Ligada por um cabo à proa do navio, é controlada por piloto automático, e pode ser acionada ou desligada durante a viagem de acordo com as condições meteorológicas. “O Skysails funciona como uma asa de avião, só que é costurado com um tecido high tech ultraleve. Ele está equipado com sensores que medem a velocidade e a direção do vento. O autopiloto, então, o dirige de tal forma a aproveitar ao máximo a energia do vento”, explicou o inventor e engenheiro alemão Stefan Wrage à agência de notícias alemã Deutsche Welle.
Wrage conta que a idéia de construir uma vela propulsora de navios surgiu quando tinha 15 anos e seus dois hobbies eram empinar pipas e andar de barco. “A idéia veio depois que percebi a imensa energia gerada pela minha pipa em movimento”, ele descreveu ao jornal britânico The Independent. “No dia seguinte, andei de bote e notei que ele ia muito devagar. Então levantei a questão: por que não podemos usar a imensa energia do vento para movimentar barcos? Nunca entendi isso como impossível”.
Os investidores, porém, demoraram a acreditar, como Wrage, que o projeto era mais do que possível: economicamente viável. Segundo ele, depois de suas apresentações era considerado um louco. “As pessoas me falavam que não funcionaria, mas ninguém explicava por que achavam isso”, ele afirmou ao jornal britânico The Guardian. Em 2005, porém, o preço do barril de petróleo aumentou acima de US$ 60 o barril. “De repente, ficou muito mais fácil de levantar dinheiro”, conta Wrage.
Ainda assim, há quem não bote fé no Skysails. Mesmo a empresa tendo ganhado mercado nos últimos anos. “A indústria é, por natureza, muito conservadora e cuidadosa”, justificou Edwin Lampert, editor da revista Marina Engineers Review, ao Guardian.
De acordo com reportagem da Rede Globo, cada vela do Skysails custa em torno de R$ 5 milhões, ou um pouco mais de € 1,6 milhão, “um custo, segundo os capitães dos navios que já operam com o sistema, que pode ser recuperado em apenas 50 viagens transatlânticas. Ou seja, em 10 anos, no máximo, o investimento se paga só com a economia que o vento provoca.”
Fonte:Da Revista Sustenta | Foto: Divulgação

Você certamente já ouviu falar de barco à vela. E de navio cargueiro à vela? A proposta também soou como brincadeira para os investidores no início do projeto, que encararam com ceticismo a idéia de uma vela movimentar um navio cargueiro. No entanto, a invenção alemã saiu do papel e hoje já cruza os oceanos do mundo todo.
Utilizada como sistema de propulsão auxiliar, o Skysails, como a criação foi batizada, pode reduzir o uso de combustível em até 50%, diminuindo assim a emissão de poluentes na atmosfera – 146 milhões de toneladas de CO2 ao ano, a empresa calcula.
A vela tem formato de “paraglider”, 160 metros quadrados e flutua de 100 a 300 metros acima do nível do mar, onde os ventos são mais fortes. Ligada por um cabo à proa do navio, é controlada por piloto automático, e pode ser acionada ou desligada durante a viagem de acordo com as condições meteorológicas. “O Skysails funciona como uma asa de avião, só que é costurado com um tecido high tech ultraleve. Ele está equipado com sensores que medem a velocidade e a direção do vento. O autopiloto, então, o dirige de tal forma a aproveitar ao máximo a energia do vento”, explicou o inventor e engenheiro alemão Stefan Wrage à agência de notícias alemã Deutsche Welle.
Wrage conta que a idéia de construir uma vela propulsora de navios surgiu quando tinha 15 anos e seus dois hobbies eram empinar pipas e andar de barco. “A idéia veio depois que percebi a imensa energia gerada pela minha pipa em movimento”, ele descreveu ao jornal britânico The Independent. “No dia seguinte, andei de bote e notei que ele ia muito devagar. Então levantei a questão: por que não podemos usar a imensa energia do vento para movimentar barcos? Nunca entendi isso como impossível”.
Os investidores, porém, demoraram a acreditar, como Wrage, que o projeto era mais do que possível: economicamente viável. Segundo ele, depois de suas apresentações era considerado um louco. “As pessoas me falavam que não funcionaria, mas ninguém explicava por que achavam isso”, ele afirmou ao jornal britânico The Guardian. Em 2005, porém, o preço do barril de petróleo aumentou acima de US$ 60 o barril. “De repente, ficou muito mais fácil de levantar dinheiro”, conta Wrage.
Ainda assim, há quem não bote fé no Skysails. Mesmo a empresa tendo ganhado mercado nos últimos anos. “A indústria é, por natureza, muito conservadora e cuidadosa”, justificou Edwin Lampert, editor da revista Marina Engineers Review, ao Guardian.
De acordo com reportagem da Rede Globo, cada vela do Skysails custa em torno de R$ 5 milhões, ou um pouco mais de € 1,6 milhão, “um custo, segundo os capitães dos navios que já operam com o sistema, que pode ser recuperado em apenas 50 viagens transatlânticas. Ou seja, em 10 anos, no máximo, o investimento se paga só com a economia que o vento provoca.”
Fonte:Da Revista Sustenta | Foto: Divulgação
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