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sábado, 11 de julho de 2009

Pitty divulga capa e título definitivo do novo disco

O terceiro disco de estúdio de Pitty ganhou seu título definitivo: "Chiaroscuro". Depois de uma brincadeira da cantora com internautas envolvendo outros dois possíveis nomes --"Siga O Coelho Branco" e "Entre o Preto e o Branco"--, ela divulgou nesta sexta-feira (10) a capa de seu novo trabalho.
No início da semana, Pitty havia divulgado em seu Twitter uma imagem com a data de lançamento do CD, que será no dia 11 de agosto, contendo o nome "Siga O Coelho Branco", mas o boato do título só foi desmentido agora. O sucessor de "Admirável Chip Novo" (2003) e "Anacrônico" (2005) tem 11 faixas e será lançado em formato CD, MP3 e vinil.
A cantora explica o nome "Chiaroscuro": "é uma palavra italiana para 'claro e escuro', e também uma das técnicas de pintura de Leonardo Da Vinci". O disco tem produção de Rafael Ramos e foi masterizado em Los Angeles pelo engenheiro Brian Gardner, que já trabalhou com artistas como David Bowie, Foo Fighters e Prince.

A primeira música de trabalho, "Me Adora", já teve seu clipe filmado e será lançada no dia 14 de julho, inclusive na Rádio UOL.

Pitty e banda gravaram o disco no estúdio Cabo da Goiabeira, montado na casa do baterista Duda Machado. Segundo a cantora, a pesquisa que fez a respeito dos arranjos vocais da Motown, Stax, Ronettes e Beach Boys influenciaram na hora de gravar os backing vocals.

A cantora assina a autoria de todas as músicas, além de uma parceria com Fabio Magalhães, da banda Cascadura, na faixa "Sob o Sol", com letra que traz impressões particulares dos dois músicos baianos sobre Salvador. O disco tem influências de soul, tango, bolero e até música erudita.

Fonte:/musica.uol.com.br

Isto não é politica é politicalha, palhaçada sei lá È vergonha que falta safadesa que sobra...


No plenário do Senado, em Brasília, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso culpou seu colega Luiz Inácio Lula da Silva pela falta de diálogo entre ambos. “Eu estou por baixo”, disse FHC. Lula passou a semana fora do país e encontrou-se com vários líderes mundiais. Na sede da Unesco, em Paris, recebeu o prêmio "pela sua atuação na promoção da paz e da igualdade de direitos". Os dois falaram sobre meio ambiente e política. Mais escândalos surgem no Senado comandado por José Sarney (PMDB-AP). O apoio de Lula foi fundamental para a permanência do ex-presidente e senador no comando do Congresso. Parlamentares culpam a imprensa pelo onda de escândalos. Comente este vídeo; veja mais vídeos do Escuta Essa!

Nascimento do inimigo nº 1 dos criacionistas completa 200 anos

Há exatos 200 anos, no dia 12 de fevereiro de 1809, nascia em Shrewsbury, no Condado de Shropshire (Inglaterra), o homem que iria revolucionar o estudo da ciência: Charles Robert Darwin. O trabalho dele, com a teoria da evolução das espécies por meio da seleção natural, não só lançou as bases da biologia moderna mas também influenciou outras áreas do conhecimento, como a antropologia, psicologia, política e economia.
A teoria da evolução proposta por Darwin no livro "A Origem das Espécies" chega aos 150 anos praticamente imbatível na comunidade científica --recebidas com receio no início, as propostas do inglês ganharam força no século 20 com as descobertas sobre a transmissão hereditária de características dos seres, por meio dos genes.

Divulgação
Charles Darwin é considerado o pai da biologia moderna; ele usou a observação da natureza e análise dos seres para construir sua teoria
Darwin é considerado o pai da biologia moderna; ele usou a observação da natureza e análise dos seres para criar sua teoria, ainda existe uma forte oposição dos criacionistas, que defendem que a Terra foi criada por Deus em seis dias, mas há poucos argumentos científicos para essa ideia, presente no livro de Gênesis, na Bíblia.

"Darwin criou uma nova fronteira na ciência, ao determinar que as questões naturais precisam ser compreendidas por meio de processos da natureza. Isso faz uma diferença enorme, dissocia a ciência do pensamento religioso. Antes as perguntas terminavam em respostas sobrenaturais", afirma Maria Isabel Landim, professora do Museu de Zoologia da USP (Universidade de São Paulo).

"Darwin criou uma nova fronteira na ciência, ao determinar que as questões naturais precisam ser compreendidas por meio de processos da natureza. Isso faz uma diferença enorme, dissocia a ciência do pensamento religioso. Antes as perguntas terminavam em respostas sobrenaturais", afirma Maria Isabel Landim, professora do Museu de Zoologia da USP (Universidade de São Paulo).

"Darwin criou uma nova fronteira na ciência, ao determinar que as questões naturais precisam ser compreendidas por meio de processos da natureza. Isso faz uma diferença enorme, dissocia a ciência do pensamento religioso. Antes as perguntas terminavam em respostas sobrenaturais", afirma Maria Isabel Landim, professora do Museu de Zoologia da USP (Universidade de São Paulo).
Adaptar para sobreviver
Venceu a proposta segundo a qual todos os organismos da Terra, de uma bactéria ao homem, descendem de um antepassado comum --a relação mais usada é feita entre humanos e macacos, que também tiveram a mesma origem, mas vale para qualquer organismo, segundo a teoria de Darwin.
Ele identificou evidências desse parentesco, por exemplo, por meio das semelhanças anatômicas existentes entre diversas espécies. Um exemplo disso são os ossos de membros anteriores de animais como baleias, morcegos, chimpanzés e o homem. Apesar de terem formas diferentes e serem usados para funções diferentes, como pegar objetos, subir em árvores ou sustentar nadadeiras, esses ossos apresentam fortes semelhanças de estrutura, o que indica uma ascendência em comum.
A existência de evolução entre as espécies já havia sido proposta antes, mas o "pulo do gato" de Darwin foi a formulação da teoria da seleção natural. Segundo essa linha, as variações entre os indivíduos de uma população surgem ao acaso: mais tarde, os estudos de genética fortaleceram essa ideia, com a descoberta da existência de recombinações e mutações gênicas, que se disseminam por meio da reprodução. Darwin identificou evidências de parentesco entre os seres por meio de semelhanças anatômicas existentes entre as espécies
Darwin identificou evidências de parentesco entre os seres usando as semelhanças anatômicas entre espécies O pesquisador postulou, então, que os indivíduos com características que favoreçam sua existência em cada ambiente tendem a deixar mais descendentes, o que ajuda em sua perpetuação. Os menos preparados tendem a diminuir em número e, possivelmente, desaparecer.
Coleta
Um dos diferenciais do trabalho de Darwin foi seu intenso trabalho de campo, com observações e coleta de amostras de animais e plantas. Para isso, foi determinante a viagem que ele fez ainda jovem, aos 22 anos, a bordo do navio HMS Beagle.
Entre 1831 e 1836, Darwin pesquisou regiões da África, América do Sul e Oceania, percebendo as diferenças existentes nas características de fauna, flora e geologia de cada uma. As análises dessas amostras serviram de base para o desenvolvimento dos conceitos de evolução e seleção natural. Darwin classificava a viagem como "o evento mais importante de sua vida".Entretanto, se passaram mais de 20 anos até que "Origem das Espécies" fosse publicado, em 1859. Os cerca de 1.250 exemplares da obra se esgotaram no dia do lançamento, e as ideias do pesquisador geraram forte polêmica na época, principalmente na Igreja Anglicana --a Igreja Católica afirma que nunca condenou Darwin e diz que suas obras não foram incluídas em seu Index Librorum Prohibitorum (Índice de Livros Proibidos).
Origem no macaco
No ano seguinte, durante um debate na Universidade Oxford, o bispo Samuel Wilberforce perguntou ao biólogo T. H. Huxley se ele era descendente de macacos por parte dos avós paternos ou maternos. Huxley foi um dos grandes defensores da teoria e se denominava o "bulldog" de Darwin.O próprio pesquisador nunca se envolveu muito na polêmica: preferiu que seus apoiadores o representassem na "briga". "Ele era uma pessoa muito reservada, não era polemista e recusou vários convites para debater suas ideias", afirma Nélio Bizzo, professor da Faculdade de Educação da USP.
De acordo com Bizzo, Darwin "prezava pelas críticas" e as respondia de maneira muito "polida e respeitosa". Ele chegou a alterar trechos de "Origem das Espécies", em edições posteriores, em razão de apontamentos feitos por outros cientistas.
Para Maria Isabel Landim, do museu de zoologia, a teoria da evolução proposta por Darwin chega aos 150 anos em clima de unanimidade na comunidade científica. "O que existe são outras contribuições para entender o processo evolutivo, e não uma contestação clara a ele. A grande batalha é a questão do criacionismo versus evolucionismo. Essa questão é incontestável."
Fonte:Karime Xavier/Folha

Geólogo data nascimento do Amazonas

O rio Amazonas acaba de ganhar uma certidão de nascimento. Segundo ela, o curso d'água mais volumoso da Terra nasceu há 11,8 milhões de anos. A adolescência e a fase adulta do rio-mar também estão descritas no estudo, publicado no periódico "Geology". Ele é assinado por Jorge Figueiredo, geólogo da Petrobras que atualmente cursa doutorado na Universidade de Liverpool (Reino Unido) e colaboradores.
Toda a história de vida do Amazonas está baseada em análises paleontológicas (fósseis de animais e pólen) e de proveniência sedimentar, feitas em amostras coletadas em poços perfurados no oceano Atlântico, na foz do rio.
De acordo com Figueiredo, existia um pequeno rio antes de 11,8 milhões de anos, no período chamado pelos geólogos de Mioceno Médio (Na África, nessa época, o gênero humano nem existia). Mas ele drenava apenas a parte oriental da atual região amazônica.
Do lado ocidental, onde hoje estão o Peru, a Colômbia e os Estados do Amazonas e do Acre, havia um tipo de pantanal, uma grande área inundada.
"Separando essas duas áreas existia uma região um pouco mais elevada que as grandes planícies amazônicas, a oeste de Manaus", diz Figueiredo. A situação, entretanto, começaria a mudar há 11,8 milhões de anos, diz o geólogo. De um lado, por causa do aumento do manto de gelo na Antártida, o mar começou a descer -uma queda de cerca de 120 metros em média em relação ao nível atual. De outro, a poderosa cordilheira dos Andes exibia quase toda sua força, elevando-se a alturas próximas das atuais.
Esses dois processos, que terminaram há aproximadamente 11,3 milhões de anos, fizeram com que os lagos do lado oeste fossem conectados ao riozinho do lado leste. O Amazonas, agora transcontinental, estava pronto para crescer e aparecer.

Na infância do rio, entre 11,8 milhões e 6,8 milhões de anos, ainda havia um número muito grande de lagos ao longo do Amazonas, cujo curso era sinuoso, como o de vários rios pequenos da região hoje. Os sedimentos carregados pelas águas do rio acabavam sendo depositados no continente.Na sua adolescência, como os Andes subiram ainda mais, havia mais sedimento para ser transportado. E eles começaram a chegar em maior quantidade ao oceano, obliterando os lagos no caminho.Há 2,4 milhões de anos o Amazonas entrou na fase adulta. O riacho cheio de meandros de outrora tornou-se o rio mais caudaloso do mundo.Cálculos do projeto Piatam (Petrobras) mostram que o rio lança todos os anos no Atlântico 6,3 trilhões de metros cúbicos de água (16% de toda a descarga mundial de água doce no mar) e 1,2 bilhão de toneladas de sedimento. É tanto entulho que a foz do Amazonas pode até estar afundando poucos milímetros por ano."Era sabido que a evolução do Amazonas dependeu do tectonismo [elevação] dos Andes. O artigo científico, entretanto, apresenta uma idade mais fechada [para o nascimento do rio]", diz Michel Mahiques, professor do Instituto Oceanográfico da USP e especialista em oceanografia geológica. Segundo Figueiredo, os dados atuais estão em desacordo com uma hipótese levantada por outro grupo de pesquisa --a de que o rio Amazonas, há 5 milhões de anos, corria ao contrário, do Atlântico para aquilo que começava a ser os Andes.

Fonte:uol.com.br/folha/ciencia

Espécies que começaram a colonização da terra firme travaram corrida evolutiva

A trajetória evolutiva que permitiu que os vertebrados deixassem de viver na água e ocupassem a Terra, há 365 milhões de anos, não ocorreu em uma única linha, mas com vários tipos diferentes de bichos evoluindo paralelamente no ambiente terrestre, afirma um novo estudo. Produzindo um "censo" das espécies pioneiras na colonização da terra, um grupo de cientistas mostrou agora que o mundo em que elas viveram tinha um biodiversidade bem maior do que se imaginava. O novo trabalho foi liderado por Jennifer Clack, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), que estudou fósseis do período de interesse: entre 360 milhões e 300 milhões de anos atrás. Reconstituição do Acanthostega, um dos primeiros a sair do mar; foram estudados fósseis de 360 milhões e 300 milhões de anos

No novo estudo, publicado na revista científica "Journal of Anatomy", Clack e seus colaboradores comparam fósseis de 35 espécies de tetrápodes. Foram esses, segundo os cientistas, os primeiros animais que conseguiram se arrastar sobre quatro pés. O trabalho mostrou que eles formavam uma fauna diversa, de empolgar qualquer zoólogo.
Alguns animais lembravam os atuais crocodilos, outros pequenas lagartixas, algumas cobras. Ocupavam todo tipo de nicho ecológico e de habitat. Os menores tinham dez centímetros de comprimento. Os maiores, cinco metros. Segundo Clack, porém, isso não quer dizer que vários animais tenham saído ao mesmo tempo da água para ocupar o ambiente terrestre, de maneira independente. "A hipótese é que todos os tetrápodes têm um único ancestral [o primeiro a pisar fora d"água]". As diferenças surgiram já em terra, portanto, já que os animais estudados não eram nem peixes nem anfíbios, e sim algo intermediário. Os mamíferos ainda estavam longe de surgir. Eles apareceram 200 milhões de anos atrás, mais ou menos na metade do caminho entre a conquista do ambiente terrestre e a era atual.

Fonte: "Journal of Anatomy"

Crocodilo-tatu pré-histórico viveu em SP

Um réptil pré-histórico da família dos crocodilos --mas com uma inusitada carapaça, similar à de um tatu-- habitou o Brasil há 90 milhões de anos. Os descobridores da espécie revelaram seu trabalho ontem, apresentando uma reconstituição do animal no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O animal foi batizado com o nome científico Armadillosuchus arrudai. O primeiro nome, que designa o gênero do bicho, significa crocodilo-tatu. O segundo, que se refere à espécie, é uma homenagem a João Tadeu Arruda, 59, professor de ciências que faz pesquisas por conta própria e achou restos do animal em General Salgado, no interior paulista, em 2005. Ilustração mostra o Armadillosuchus, no ambiente em que vivia em SP, Minas, Paraná e Mato Grosso do Sul
A caracterização científica do animal foi feita pelo geólogo Ismar de Souza Carvalho e pelo paleontólogo Thiago Marinho, ambos da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). O réptil, dizem, tinha dois metros de comprimento, pesava 120 kg, e guardava hábitos bem diferentes dos crocodilos atuais. "Crocodilos sempre foram associados a lugares úmidos, mas essa espécie vivia em um ambiente árido", diz Carvalho. A carapaça servia para proteger o animal tanto das variações climáticas como dos ataques de predadores. E os estudos indicam que ele sabia mesmo escavar, como um tatu, e comia raízes de árvores e outros vegetais. O Armadillosuchus viveu no período Cretáceo, quando a temperatura diurna chegava a 45ºC.
Segundo Carvalho, é provável que a extinção do animal esteja ligada a uma mudança climática que resfriou seu habitat. Apesar de ser similar aos crocodilos, não existem descendentes vivos do animal hoje. Arruda diz que achou o fóssil por dica de um aluno que lhe levara um osso. "Pedi para ele me mostrar onde tinha achado, e encontramos vários outros", diz. "Notei a diferença [em relação a fósseis mais comuns] e pensei: "esse é horroroso".

Fonte: "Journal of South American Earth Sciences".

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Moda

Eu sou uma pessoa FASHION, sei consturar , borda , faço bijoterias , bolsa, mil e uma coisas em casa mesmo repagino minhas roupas , faça de tudo e agora para completa meus sonhos mas loucos vou cursar uma faculdade de Design de moda , ou seja é o tudo que eu podia espera de presente de Deus , meu Deus é maravilhoso!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

A função do medo

Motivacional: A função do medo

A vida é preciosa demais para permitir que o medo a detenha. A função do medo é preparar você, e não segurá-lo.

O medo aguça seus sentidos, direciona sua mente, afia seu julgamento e aumenta seu nível de energia. O medo lhe dá condições de aceitar desafios.

Conheça seu medo, extraia dele forças e vá em frente com o poder que ele lhe dá.

No medo do fracasso estão os instrumentos para o sucesso. No medo da humilhação está a energia para expressar-se com eloqüência. No medo da rejeição você achará a energia para perseverar.

Mas apenas se você não permitir que o medo o detenha. Em muitas ocasiões, o medo vai ajudá-lo a fazer mudanças positivas em sua abordagem.

Mas o medo pode ser desperdiçado se você permitir que ele o detenha. Use o seu medo para agir com mais rapidez e inteligência, e não para fugir.

Autor Anônimo

Voltei de viagem hoje depois vou postar umas fotos bjosssssss